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Radar: Geese, Bob Vylan, Current Swell, Sonic Dukes, Sky Ferreira, Min Taka, Code 150

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Geese no Radar Pop Fantasma de hoje

Tem porrada séria no Radar de hoje, com a presença do questionador e corajoso grupo Bob Vylan entre as bandas – eles não estão lançando nenhuma música nova, mas fomos ouvir o som e mostramos à turma que lê o Pop Fantasma. Tem a nova do Geese, a descoberta do Current Swell, uma da Sky Ferreira que nos passou batida quando saiu (há alguns meses)… Ouça e leia tudo!

Texto: Ricardo Schott – Foto (Geese): Mark Sommerfield/Divulgação

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GEESE, “TAXES”. O som novo dessa banda experimental norte-americana é percussivo, entre o country e o gospel, soando como um slacker rock feito por um músico folk durante os anos 1970 – e que depois, numa segunda parte, vai apontando para um lado mais pós-punk. Se a salada de estilos ficou confusa para você, esse desnorteio é comum na obra do Geese, que com o single Taxes, anuncia o álbum Getting killed, previsto para 25 de setembro. Já tem turnê agendada: o giro do novo disco começa em 10 de outubro, em Burlington (Vermont), e termina com duas apresentações em casa no Brooklyn Paramount, dias 20 e 21 de novembro.

BOB VYLAN, “MAKES ME VIOLENT”. Nunca tinha escutado o Bob Vylan, banda de rap que vem se destacando pelo seu espírito combativo em shows, e pela mistura azeitadíssima de hip hop, punk, metal, grime, sons eletrônicos em geral, e tudo que puder ser usado para deixar o som mais barulhento e mais guerreiro. Uma ótima introdução ao som do grupo é Makes me violent, faixa do álbum Humble as the sun (2024), por sinal, uma das mais escutadas do Bob Vylan nas plataformas. A letra fala sobre abusos, ódio e “pacifismo” de meia-tigela. “Isso me deixa violento / tão violento / mas por favor, por favor, sem violência / sem violência (…) /alguém sempre me diz: ‘apenas se acalme e deixe estar'”.

CURRENT SWELL, “I GOT MINE”. Vindo de Victoria, no Canadá, esse grupo faz uma mistura bem interessante de indie rock, power pop e música “de raízes” (incluindo referências de blues, soul e vários outros estilos). O EP 10 foot tall acaba de sair e destaca essa faixa, basicamente um country rock com cara indie que lembra tanto o britpop quanto os Rolling Stones da época do disco Sticky fingers (1970). O refrão tem cara de hino.

SONIC DUKES, “HOTTER THAN THE SUN”. Essa banda britânica passou por algumas modificações na formação recentemente, e dedica-se a uma espécie de stoner eletrônico, com vibes psicodélicas, ruídos, synths e batidinhas. Hotter than the sun é um dos singles mais recentes deles, e soa como um hino à lesação na praia, com vocais doidões, letras visionárias e clima de gospel dançante à moda do Primal Scream do disco Screamadelica. Um som ensolarado, mas que pode fazer todo mundo perder os sentidos por alguns minutos.

SKY FERREIRA, “LEASH”. Masochism, segundo álbum de Sky, vem sendo adiado há um bom tempo – ainda não há um mês correto de lançamento, mas ela avisou que o disco sai esse ano ainda. Se sair neste ano, já rola com um atraso considerável – Night time, my time, debute da cantora, é de 2013, e ela vem falando de Masochism há tempo o suficiente para confundir a cabeça dos fãs.

Leash, single lançado em dezembro, tá na trilha do filme Babygirl – thriller erótico de Halina Reijnem em que Nicole Kidman faz uma CEO que é assediada por um estagiário, e a história fica enrolada a ponto de… Bom, veja o filme, que vi há poucas semanas. Vale bastante a citação da faixa nova de Sky, um eletrorock dos melhores, que acabou sendo o primeiro lançamento independente dela, após ela largar a Capitol Records.

MIN TAKA, “EYESIGHT”. Cantora da Turquia, mas radicada na Holanda, Min Taka acaba de lançar o EP I think we should just move in together, e vem se dedicando a um som que pode muito bem ganhar o moderníssimo rótulo de hyperpop: base synthpop, vários gêneros se encontrando, um som rico o suficiente para atrair fãs variados, e um clima indie e cult em torno de todo o conceito. Yasemin Koyuncu (nome verdadeiro de Min Taka) une bossa espacial, batidinhas sintetizadas e pop dançante em uma das melhores faixas do EP, a solar Eyesight.

CODE 150, “HYPNOTIZED”. As misteriosas Stella (voz e guitarra) e Delphine (synths) comandam essa dupla de darkwave vinda da França, com influências assumidíssimas de Siouxsie and The Banshees e do Skeletal Family (banda britânica de rock gótico, surgida em 1982 e que, após idas e vindas, está oficialmente de volta desde 2012). Com mais um EP para sair em breve, elas oferecem em Hypnotized, seu novo single, um clima tão cativante quanto sombrio. O clipe da faixa, que elas avisam que é só uma demo-vídeo da música, amplia a vibe aterradora.

Lançamentos

Radar: Queen, Jacob The Horse, Moon Construction Kit, Laptop, Dead Air Network, The Legal Matters

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Capa do disco Queen II

Acabou 2025! Bom, acabou pra você – no nosso coração ele continua vivo. Mas de qualquer jeito, vai aí o último Radar internacional do ano, destacando até mesmo uma canção natalina do Queen, que adianta um relançamento do grupo – e ainda não foi lançada oficialmente, mas você já ouve aqui. E ainda tem mais. Feliz ano novo!

Texto: Ricardo Schott – Foto (Queen): Capa do discoo Que

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QUEEN, “NOT FOR SALE (POLAR BEAR)”. Queen II, o segundo álbum do grupo britânico, de 1974, vai voltar recauchutado às lojas e plataformas em 2026. O relançamento é adiantado por Not for sale (Polar bear), canção gravada durante as sessões do disco. Trata-se de uma canção feita pelo guitarrista Brian May para o Smile, sua banda pré-Queen – e algumas gravações piratas da canção com o Smile já rolaram por aí. Brian, que lançou a faixa num especial de Natal apresentado por ele na rádio britânica Planet Rock, apresentou a canção falando que “até onde eu sei, ninguém nunca ouviu esta versão”.

Aliás, essa música do Queen é uma canção de Natal. Daí o músico ter ficado na maior pressa para apresentar a canção, que nem sequer está ainda nas plataformas digitais – May disse também que a música ainda era “um trabalho em andamento”, mas “estou colocando isso de surpresa no meu especial da Planet Rock porque fiquei curioso para saber o que as pessoas acham”. Um detalhe curioso é que a letra não faz referência direta ao Natal. A data surge meio como um subtexto, na história da criança que olha vitrines e depara com um urso polar de brinquedo que “não está à venda”.

JACOB THE HORSE, “666 CHICKS”. Numa homenagem ao filme Faster, pussycat! Kill! Kill!, de Russ Meyer, quatro garotas sanguinárias substituem os integrantes da banda punk de Los Angeles Jacob The Horse no clipe de 666 chicks, seu novo single. Não sem antes sequestrar os músicos, subjugá-los e comer os quatro vivos. O guitarrista e cantor Aviv Rubinstien canta que as mulheres “morrerão assassinando homens que tentam mantê-las acorrentadas” e revela uma história de sua família nos versos “minha avó Hannah costumava jogar coquetéis Molotov em nazistas / e eu pago dez dólares por um café / e escrevo poesia ruim / não há esperança para mim” (a avó dele realmente fazia isso – Aviv é judeu esquerdista e muito do repertório do Jacob The Horse é sobre a escalada do fascismo nos Estados Unidos). O irônico álbum At least it’s almost over, o próximo do grupo, sai em 20 de março.

MOON CONSTRUCTION KIT, “CHEMICALS”. O synthpop da Suíça vai bem, obrigado. O Moon Construction Kit é um projeto criado pelo músico Olivier Cornu, cuja sonoridade baseia-se em synths gélidos, algum peso nas guitarras e psicodelia como clima geral a envolver as músicas. Chemicals, o novo single, transita entre David Bowie e uma espécie de boogie art-rock, com arranjo e melodia contemplativos. “Chemicals é o som de sentir demais. Em algum momento, a única forma de lidar com isso é desligar. Eu queria que a faixa refletisse essa luta entre o caos e a necessidade desesperada de quietude”, conta Olivier.

LAPTOP, “CHRISTMAS CARD FROM A HOOKER IN MINNEAPOLIS”. Jesse Hartman é um sujeito experiente: tocou com Richard Hell, teve uma banda de indie rock chamada Sammy (que nos anos 1990 gravou discos na Geffen, e montou depois o Laptop, banda que começou lá pelos anos 2000, e que hoje divide com sseu filho Charlie. O grupo lançou o single Indie hero recentemente, mas despede-se de 2025 com um single natalino: é a versão deles para Christmas card from a hooker in Minneapolis, sucesso de Tom Waits.

“Essa foi a primeira música que me mostrou que dava para misturar tristeza e humor na mesma frase. Ela basicamente me formou. Essa música é a planta-baixa do Laptop, eu sabendo disso ou não”, conta Jesse, que tocava a faixa desde os 13 anos no piano da família, antes de montar qualquer banda.

DEAD AIR NETWORK, “THIS MIGHT HAVE HAPPENED BEFORE”. “O Dead Air Network mistura punk retrô, new wave e influências góticas para criar uma experiência sonora única, que dialoga tanto com fãs nostálgicos quanto com novos ouvintes”, faz questão de esclarecer esse grupo punk de New Jersey, que na faixa This might…, volta esbanjando referências de Hüsker Dü. A música está no EP The fifth of october.

THE LEGAL MATTERS, “EVERYBODY KNOWS”. Muito romantismo e um clima que faz lembrar bandas como Badfinger e Wings – é o som de Everybody knows, música nova dessa banda de power pop do Michigan. Uma música cuja letra fala a respeito de sons que lembram momentos legais do passado e os lugares dos quais você veio – você pode viver para sempre numa lembrança, numa fotografia ou em algo que te lembre coisas boas. Uma canção de Natal, embora nem seja esse o objetivo da banda, já que a data festiva nem é citada.

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Os discos nota 10 de 2025 (até agora…)

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Os discos nota 10 de 2025 (até agora...)

E vai aí um listão com os discos nota 10 de 2025 até o dia de hoje. O ano foi pródigo em discos excelentes, ninguém pode negar – muita coisa que saiu é muito, mas muito boa de ponta a ponta.

Outros discos nota 10 de 2025 provavelmente virão no comecinho de 2026. Mas por enquanto ficamos com estes aqui. Por enquanto, não separamos entre nacionais e internacionais, nem tiramos álbuns e projetos retrô (ao vivo, box sets, coletâneas). Daí – atenção! – não é a lista de melhores do ano, que sai só em março.

Aqui, você dá uma olhada (e uma ouvida) no que os três primeiros meses de 2025 tiveram de melhor. O segundo trimestre tá aqui. O terceiro trimestre tá aqui. E veja também os 50 melhores discos nacionais internacionais de 2024. Os melhores EPs do ano passado você confere aqui.

Texto: Ricardo Schott – Arte: Aline Haluch

After Geography A hundred mixed emotions
Ana Spalter Coisas vêm e vão
Big Special – National average
The ArmedThe future is here and everything needs to be destroyed
Catto Caminhos selvagens
Congadar Aprendi com meus antepassados
David Longstreth, Dirty Projectors e StargazeSong of the Earth
Dom Salvador JID024
Don L Caro vapor II – Qual a forma de pagamento?
Eliana PittmanNem lágrima nem dor
Fito PáezNovela
Francis HimeNão navego pra chegar
Funeral MacacoIdade do pássaro (EP)
Gal CostaAs várias pontas de uma estrela (Ao vivo no Coala Festival)
Gal CostaBuenos Aires En vivo (ao vivo – gravado em 1978)
Glenn HughesChosen
The Hausplants Into equilibrium (EP)
Hayley WilliamsEgo death at a bachelorette party
Hifi Sean & David McAlmontTwilight
Home Front – Watch it die
Husker Dü1985: The miracle year (box set)
Hyldon e Adrian YoungeJID023
Jehnny Beth You heartbreaker, you
JoaquimVaranda dos palpites
Kali UchisSincerely,
Karnak Karnak mesozóico
Katy da Voz e As Abusadas – A visita
The Mars VoltaLucro sucio; Los ojos del vacio
Marshall Allen New dawn
Mateus AleluiaMateus Aleluia
Mateus Moura – A imitação do vento
Miragem Outros delírios (Fim de festa) (EP ao vivo)
Miami Horror We always had tomorrow
The Melody Chamber – The Melody Chamber
Mundo Livre S/ASessões Selo Sesc #15 (ao vivo)
The Near Jazz ExperienceTritone
Nyron HigorNyron Higor
Paul McCartney e WingsWings (coletânea)
Paulinho da Viola80 anos (ao vivo)
Pélico A universa me sorriu – Minhas canções com Ronaldo Bastos
Peter GabrielLive at WOMAD 1982 (ao vivo)
Peter GabrielIn the Big Room (ao vivo)
Phil Lynott’s Grand SlamOrebro 1983
Pulp More
Rhiannon Giddens & Justin RobinsonWhat did the blackbird say to the crow
Sacred Paws Jump into life
Sault 10
The SpellsThe night has eyes
Sprints All that is over
The Stargazer LiliesLove pedals
Stereolab Instant holograms on metal film
Steven WilsonThe overview
Suzanne VegaFlying with angels
Teago Oliveira – Canções do velho mundo
Tony NjokuAll our knives are always sharp
Tunde AdebimpeThee black boltz
Ty Segall Possession
The Who Live at The Oval 1971 (ao vivo)
White LiesNight light
Wire Nine sevens (box set)
Zécarlos Ribeiro (Todos os Homens)º = 1

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Crítica

Ouvimos: The Last Dinner Party – “From the Pyre”

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From the pyre aposta no glam-barroco performático do The Last Dinner Party, com ótimos momentos, mas perde equilíbrio e força na segunda metade.

RESENHA: From the pyre aposta no glam-barroco performático do The Last Dinner Party, com ótimos momentos, mas perde equilíbrio e força na segunda metade.

Texto: Ricardo Schott

Nota: 7,5
Gravadora: Island
Lançamento: 17 de outubro de 2025

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Muita gente teve certa má vontade com a estreia do The Last Dinner Party, Prelude to ecstasy (2024), encarando (de forma machista, vale dizer) o quinteto londrino como uma miragem musical ou algo do tipo. Depois que Prelude saiu, o rock barroco feito por mulheres ganhou um nível de atenção bem bacana: Folk Bitch Trio e The New Eves lançaram álbuns que cruzam vibes elaboradas, climas sagrados, Velvet Underground (e Nico) e bittersweet. Florence + The Machine, por sua vez, voltou com a catarse pesada de Everybody scream – um disco surgido de um lugar de dor, trauma e expiação.

Prelude tinha muito de Florence Welch (foi a referência citada por dez entre dez pessoas quando o disco saiu), mas o TLDP sempre foi além disso, focando numa onda quase glam-barroca. From the pyre, o segundo álbum, traz Abigail Morris (vocais), Lizzie Mayland (vocais, guitarra), Emily Roberts (guitarra solo, mandolin, flauta), Georgia Davies (baixo) e Aurora Nishevci (teclados, vocais) embarcando num clima até mais performático e glam-rocker que na estreia, pelo menos na primeira metade do disco. Agnus Dei, na abertura, soa como a união exata de Queen, ABBA e Sparks. Count the ways tem clima lúgubre e sombrio como nas músicas do T. Rex. E a belíssima Second best tem vocais patinantes e algo que remete ao Sweet e ao David Bowie do disco Hunky Dory (1971)

Esse primeiro terço do disco é continuado no single This is the killer speaking (basicamente uma canção metade ABBA, metade Velvet Underground) e no tom clássico, sofisticado e glam de Rifle. O lado B de From the pyre, no entanto, dá uma ligeira desandada, com sons mais próximos dos punhos de renda do que dos climas glam. De memorável na segunda metade, tem os vocais maravilhosos de I hold your anger e o arranjo de orquestra crescente de Woman is a tree. Mas falta o equilíbrio da estreia, sobrando o encavalamento da pianística Sail away ao lado de dois sons mais próximos do soft rock, The scythe e Inferno, que usam referências boas (Kate Bush, Stevie Nicks, Bonnie Tyler), mas não acrescentam muito. No geral: bom, mas poderia ser bem melhor.

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Ouvimos: Emicida – “Emicida Racional VL.3: As aventuras de DJ Relíquia e LRX” (mixtape) / “Emicida Racional VL.2: Mesmas cores e mesmos valores”

Nigéria Futebol Clube mistura noise e no-wave para confrontar o rock, narrar histórias de negritude e de raiva urbana em dois discos radicais e políticos.
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Ouvimos: Nigéria Futebol Clube – “Entre quatro paredes” / “Hamas” (ao vivo)

Instrumental pesado da Dinamarca, o Town Portal mistura prog, jazz-math-rock e grunge 90s, buscando beleza melódica em riffs densos e climas variados.
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RosGos mistura folk espacial e rock 90s num disco gravado em 5 dias, ao vivo. Clima viajante, tenso e dolorido, entre Brian Eno e Elliott Smith.
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Fermentação marca fase quase solo de Bebel Nogueira no Bel Medula: piano minimalista, poesia em foco e experimentações que cruzam jazz, MPB e ritmos brasileiros.
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Vamossive, de Posada, mistura folk nordestino, baião-rock e psicodelia afro-latina, com clima sonhador e percussão tranquila que soa como convite.
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Como duo, o francês Pamplemousse mistura stoner, punk, grunge, psicodelia e vários experimentos sonoros em Porcelain.
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Ouvimos: Pamplemousse – “Porcelain”

Em Factory reset, Retail Drugs faz eletropunk ruidoso com baixo distorcido e ironia ácida sobre trabalho, redes sociais e a vida real.
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Ouvimos: Retail Drugs – “Factory reset”

Em Novo testamento, Ajuliacosta faz um manifesto em rap e r&b: existencial, direto e vingativo, criticando machismo, mercado, fama e relações.
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Sea change, segundo disco do Lovepet Horror, mistura pós-punk, dream pop e ecos 80s em clima imersivo, dançante e sombrio, com guitarras ecoadas.
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