Cultura Pop
Quem Kiss Teve: Kiss no Brasil em documentário de 1983

Um capítulo muito especial da primeira vinda do Kiss ao Brasil em 1983 – que acabou citado na edição mais recente do nosso podcast Pop Fantasma Documento sobre a fase sem máscara da banda – foi o documentário Quem Kiss teve, feito por Tadeu Jungle para a TV Tudo. E que inovava mostrando, na porta do Morumbi, como se comportava o público da banda que se preparava para assistir ao show do Kiss em São Paulo. Tem no YouTube,
Não era só um documentário comum. As cenas tinham muito humor involuntário e eram mais aparentadas ao que se veria em alguns anos no Documento especial, da Rede Manchete, ou em futuros programas humorísticos (bom, muita coisa ali faria sucesso no Casseta & Planeta Urgente ou nos primeiros anos do Pânico na TV). Os fãs dão opiniões amalucadas sobre rock, sobre a banda (rola um princípio de discussão envolvendo fãs que dizem que “Kiss é disco music” e cantam o hit I was made for loving you), sobre drogas, sobre o governo. Alguns tentam cantar as músicas do grupo sem saber inglês. Um vendedor de sanduíches de mortadela provoca perplexidade mostrando o tamanho (e o estado de conservação) da mortadela usada nos lanches – e admite que aquilo não mata a fome de ninguém.
Tadeu e equipe acabaram conseguindo participar de uma entrevista da banda. Ouviram deles declarações sobre o som do grupo e sobre supostas influências do punk rock. A ideia de fazer o documentário veio pela razão mais óbvia: uma banda estrangeira vindo para cá em 1983 era novidade. “Não havia essa profusão de Lollapaloozas que tem hoje no país, de Rock In Rio, que vem todo mundo pra cá. O Kiss veio, mas a gente era moleque e não tinha condição de entrar. No máximo o que a gente podia fazer era uma reportagem. Conseguimos um crachá de repórter e nos aproximamos dos caras. Mas por que eu vou mostrar o conjunto tocando no palco se todo mundo vai mostrar?”, disse Tadeu em entrevista ao canal Arte Ao Vivo.
Tadeu conta no mesmo papo que a TV Tudo fez várias coisas e, especificamente, Quem Kiss teve fazia parte de um projeto. “Queríamos levar para as emissoras e mostrar: ‘Olha, dá pra fazer diferente’. Era algo à frente do tempo. A gente estava colocando pessoas reais na tela, pegando o homem do povo, abrindo a câmera. Essa potência brasileira, que não tem em lugar nenhum. O cara não tá na fila pra entrar num show, ele tá disposto a trocar com você”, conta.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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