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Cultura Pop

Quando Jimmy Page e Robert Plant cantaram The Cure

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Aquela vez em que Robert Plant ofereceu grana para uma rádio nunca mais tocar Stairway To Heaven

O ex-Led Zeppelin Robert Plant é fã do Cure. Na verdade, ele é fã de uma série de coisas que muita gente não imaginaria estarem na playlist do cara que escreveu (e dá suas renegadas em) Stairway to heaven. Num papo com a revista Q, ele elogiou músicas como Song to the siren, do This Mortal Coil, e Five miles of you, faixa solo de Tom Verlaine (ex-Television), além de Lullaby, do The Cure, que definiu como “eu amo Robert Smith chamando você para sua vulnerabilidade. É um mundinho interessante, como A história do senhor Polly, de HG Wells”.

Aliás (e muita gente talvez nem se recorde disso), em 1994, quando resolveram enterrar velhas diferenças e voltaram a trabalhar em dupla, Robert Plant e Jimmy Page chegaram a transformar justamente Lullaby, do Cure, num número bastante popular dos seus shows.

A canção havia saído num excelente disco do Cure de 1989, Disintegration, e por acaso surgiu na vida da dupla quando um ex-The Cure virou guitarrista de Page & Plant. Pearl Thompson (cujo nome artístico entre os anos 1970 e 1990 era Porl Thompson) tinha saído da banda em 1994. Planejava largar a música e virar pintor, mas fez uma participação em No quarter, o disco “da volta” de Page & Plant e acabou recebendo um telefonema de Plant com um convite para se juntar à turnê que viria. “Robert gostava muito de The Cure, o que achei interessante, e eles me convidaram para ver se todos nos dávamos bem. Não podia recusar”, contou.

Segundo o site Setlist.fm, a canção foi executada pela primeira vez pela dupla em 26 de fevereiro de 1995 no show dado no Pensacola Civic Center, em Pensacola, Flórida. E a última vez foi em 15 de junho de 1995 no Ahoy Rotterdam, nos Países Baixos. Foram (também de acordo com o site) nada menos que cinquenta (!) execuções da faixa. Bem mais do que D’yer mak’er (que apareceu apenas uma vez) e Achilles last stand (três).

Olha a cover de Lullaby aí, num show no Irvine Meadows Amphitheatre, em Irvine, Califórnia, com Thompson na guitarra. Além desse aí tem vários bootlegs de YouTube com a faixa. Ela nunca foi gravada pela dupla em disco (e não foi executada pela dupla nos shows do Hollywood Rock, no Rio e em São Paulo, que já aconteceram em janeiro de 1996).  Como diz o site I Like Your Old Stuff, “enquanto Plant injeta muita personalidade na performance, ela mantém uma sensação sinistra e desequilibrada do Cure: imagine No quarter produzido por Martin Hannett e você pode estar perto da colisão cultural”.

Com o fim da dupla Page & Plant, Thompson tocou com Plant por uns tempos – participou até do disco Dreamland, de 2002. Teve também outros projetos musicais e chegou a voltar ao The Cure entre 2005 e 2008, e passou a se dedicar cada vez mais à pintura com o tempo.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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