Cultura Pop
Quando fizeram um aparelho de medição de pênis chamado Chubby Checker

O veterano cantor Chubby Checker andava meio sumido em 2013, mas fez uma descoberta que lhe tirou do sério. Simplesmente, a empresa Hewlett-Packard estava usando, sem que ele soubesse, seu nome numa espécie de “aplicativo de medição de pênis”.
O Chubby Checker (o tal aplicativo) estava disponível na plataforma Palm OS da HP e a ideia (maluca) era a de que você colocasse lá o tamanho do sapato de alguém, e o app retornasse com a envergadura do pênis (!!). Sucesso nos anos 1960 com hits como The twist e com danças como “the fly” e “limbo”, Checker não pensou duas vezes e pôs o advogado em cima da empresa.
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Chubby (o cantor) não tinha aparentemente muito a ganhar com a história, já que o tal aplicativo não fez sucesso algum. O The Guardian garante que ele foi baixado no máximo 84 vezes a um custo de menos de um dólar. Mas o uso do nome do cantor continuava mal explicado.
Checker reclamou em 2013 do uso de seu nome de maneira indecente, mas o tribunal federal rejeitou o apelo. Quando bateu na violação de marca registrada, não teve jeito. A HP, também segundo o The Guardian, concordou em não usar o nome artístico do cantor, marcas registradas relacionadas ou imagem em seus produtos.
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Se você quer ter uma ideia do quão puto da vida o cantor ficou, olha ele e o advogado dele batendo um papo com o canal TMZ em 2013. Entre risadas dos entrevistadores, Chubby se revolta. “Os caras lançaram um aplicativo para pênis com meu nome. Não quero ninguém me chamando de ‘pênis’ por aí”, contou.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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