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Cultura Pop

Quando a MTV proibiu um clipe dos Foo Fighters

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Quando a MTV proibiu um clipe dos Foo Fighters

Em 2003, os Foo Fighters entraram para o seleto rol de artistas que tiveram um clipe banido pela MTV. A emissora não gostou nada de ver Dave Grohl, líder da banda, e o ator Jack Black, entrando num quarto de hotel, vestindo-se como duas drag queens e biritando excessivamente, no vídeo de Low, single do disco One by one, de 2002.

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Low foi o terceiro single de One by one, quarto álbum dos Foo Fighters e um disco de realização bastante problemática. O batera Taylor Hawkins tivera uma overdose de heroína e ficou em coma logo no começo do trabalho. A banda começou a brigar no estúdio. Hawkins e Grohl se desentendiam. As primeiras gravações foram descartadas, após serem ouvidas pela banda e pelo empresário, por “não representarem bem o que era o grupo”. Futuramente algumas delas reapareceriam com o nome de Million dollar demos em redes sociais como o Reddit.

>>> Veja também no POP FANTASMA: E ai? My hero, dos Foo Fighters, era sobre Kurt Cobain ou não?

Grohl promoveu o engenheiro de gravação Nick Raskulinecz a co-produtor e a banda começou a tentar chegar a algum lugar. Refizeram todo o disco e One by one acabou virando o disco mais pesado do grupo até o momento. Low, no entanto, acabou sendo uma escolha pessoal de Grohl para virar single do disco, já que o vocalista afirmou que “é o tipo de música que você reza para que seja um single, mas não tem como. É aquela música que todo mundo gosta, mas não tem como, porque é muito estranho”, afirmou justamente ao site da MTV.

A ideia do clipe veio do diretor Jesse Peretz, que havia filmado o vídeo de Big me e o de Learn to fly. Grohl e Jack seriam quatro caipiras que se encontrariam “em uma noite imprevisível em um quarto de hotel decadente”. Mas Dave Grohl inicialmente queria apenas filmar Black dançando vestido de mulher.

Só que o roteiro evoluiu para dois caras num quarto enchendo a cara e vendo vídeos pornográficos e… “E então eu abro minha mala e ela está cheia de lingerie e ele fica tipo, ‘que diabo é isso?’ Talvez isso não seja legal, mas então ele abre a sua mala e tem a mesma coisa. E então temos um pequeno desfile de moda. E então ele vomita e desmaia e eu desmaio”, lembrou o cantor.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Emily Lazar: no comando do som dos Foo Fighters, Vampire Weekend, White Denim…

Hoje o clipe possivelmente atrairia outro tipo de polêmica, já que a situação do homem-vestido-de-mulher é um assunto bastante delicado entre militantes LGBTQI+. De qualquer jeito, na época a emissora ficou um tanto irritada com o conteúdo afrontoso do vídeo (com direito a Grohl e Black fingindo que estavam transando) e avisou que Low “não estava nos padrões” da MTV. Grohl respondeu: “Gozado, o clipe é bem parecido com o (reality show da MTV) Real World, em que as pessoas enchem a cara na banheira e exibem cenas gravadas no banheiro”.

Tá aí o vídeo.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Aquela vez em que os Foo Fighters fizeram uma versão de Baker Street

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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