Cultura Pop
A primeira grande entrevista de Chico Science na TV

O vídeo abaixo traz Marília Gabriela entrevistando Chico Science e provavelmente foi ao ar em 1995, já que Chico fala sobre a gravação de “Afrociberdelia”, segundo disco dele com a Nação Zumbi (1996) e avisa que o álbum estaria nas lojas “no ano que vem”. Não era a primeira aparição dele em TV, mas o próprio Chico esclarece a Marília que estava “nervoso” por ser sua “primeira entrevista na televisão” – enfim, a primeira vez em que, sem a banda, falava tão detalhadamente sobre seu trabalho. Material importantíssimo e histórico
(o vídeo original desta matéria foi tirado do ar e substituímos por esse que não está com som legal – aumente MUITO o volume)
Chico falou bastante sobre as motivações de seu trabalho, deu conselhos para bandas novas (“se você tem uma ideia, vá em frente, jogue-se nisso aí”), explicou o significado do codinome Chico Science, contou sobre a importância do livro “Homens e caranguejos” de Josué de Castro, para o mangue-bit (“confesso que eu não conhecia Josué quando montamos o movimento”) e explicou sobre o seu desejo de que o mangue não fosse apenas uma onda, que tivesse “ramificações”.
A entrevista anunciava um show que Chico & Nação fariam no saudoso Ballroom, no Humaitá, Rio. Depois do papo, enquanto o grupo tocava o futuro hit “Manguetown”, rolou um desfile de modelos com visual meio tropical-meio agreste. Esse papo, aliás, foi ao ar num programa de duração curtíssima que Marília teve na CNT/Gazeta, “Marília Gabi Gabriela”,e que durou dois anos, de 1995 a 1996. E que na época teria irritado bastante a Band, com quem Gabi tinha contrato: a CNT, ao contratar Gabi, teria prometido quitar um apartamento da apresentadora, além de cifras de aproximadamente R$ 2 milhões.
Olha a abertura do programa aí. Bandas como Raimundos e Planet Hemp, em começo de carreira, passaram também pelo palco de Marília no CNT, só não achei vídeos disso no YouTube (pauta roubada do nosso amigo Lismar Santos de Oliveira).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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