Cultura Pop
Podcast: Luiz Melodia, Glen Campbell e Link Wray no INVISÍVEL

No episódio de hoje, o INVISÍVEL tem Luiz Melodia, tem Glen Campbell, tem Motörhead tocando um Heroes que não é de David Bowie (é deles), tem o bubblegum canadense do Stampeders, o som de Matt Deighton, duas de Link Wray, Iggy Pop em 1977… E muito mais. Obrigado pela companhia! (Ricardo Schott)
01 Luiz Melodia – “Paquistão” (2:45)
02 Iggy Pop feat James Williamson – “Beyond the law” (2:35)
03 Journalism – “It just hits you” (4:23)
04 Link Wray “Fallin rain” (3:45)
05 Glen Campbell – “Rhinestone cowboy” (3:11)
06 Motörhead – “Heroes” (4:56)
07 Family Silver – “Peace and love (Don’t it feel good)” (3:29)
08 Luiz Melodia – “Giros de sonhos” (4:31)
09 Fang – “The money will roll right in” (2:25)
10 Link Wray – “I got to ramble” (4:38)
11 Glen Campbell – “Hold on hope” (cover do Guided By Voices) (3:33)
12 Wolfhounds – “Happy shopper” (2:25)
13 Stampeders – “Wild eyes” (3:53)
14 Jesus Lizard – “Then comes Dudley” (4:20)
15 Art Brut – “My little brother” (2:23)
No BG:
Led Zeppelin – “When the levee breaks”
Ramones – “You should have never opened the door”
Father John Misty – “Things that would have been helpful to know before the revolution”
The Clash – “This is Radio Clash”
Sex Pistols – “Problems”
Pete Townshend – “English boy”
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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