Cultura Pop
Pluft: minutos de psicodelia juvenil em 1975

O termo “novela jovem” significa hoje tudo, MENOS isso: durante um mês de 1975 (foi entre 1º de abril e 1º de maio), a Rede Globo e a TV Educativa (hoje TV Brasil), em parceria, levaram ao ar uma versão televisiva da peça “Pluft, o fantasminha“, de Maria Clara Machado.
Os capítulos, de acordo com o site Memória Globo, tinham duração de trinta minutos. Uma novidade era que a série trazia uma atriz fazendo o fantasminha do título (Dirce Migliaccio). E a história era aquela mesma que muita gente leu na escola: o rapto da menina Maribel (Norma Blum) pelo Pirata da Perna de Pau (Flávio Migliaccio), o fantasminha que tem medo de gente, etc.
Zilka Salaberry fazia a mãe de Pluft. E por acaso tanto ela quanto Dirce seriam reaproveitadas dois anos depois em outra produção da Globo com a TV Educativa, “O sítio do Pica-Pau amarelo”. Dois anos antes de “Pluft”, Maria Clara já havia escrito uma outra “novela jovem” para o horário das 18h, “A patota”. Que tinha uma trama, digamos, bem diferenciada para a época: garotos que moravam numa vila sonhavam em fazer uma viagem à África.
Alguém conseguiu um capítulo inteiro de “Pluft” e subiu no YouTube. E vamos ao que interessa: o tema de abertura (creditado ao cantor e compositor Lucio Alves, que por aqueles tempos trabalhava em TV) é bem bonitinho, e eu tinha apenas uma vaga lembrança dele. E a abertura da novelinha é uma obra de arte infanto-psicodélica que lembra MUITO uma versão brasuca e mais infantil do desenho “Yellow submarine”, dos Beatles, e é bem legal. Assim como a novelinha. Olha aí.
https://www.youtube.com/watch?v=vIp_lDgqf10
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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