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Pitty recorda releituras do DVD “Admirável vídeo novo” em lançamento audiovisual

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Comemorando os 20 anos de lançamento de seu disco de estreia, Admirável chip novo (2003), Pitty vai aproveitar seu show no festival João Rock, em Ribeirão Preto (SP), para anunciar o lançamento de um novo projeto audiovisual: é Espelhos – Versões completas de Admirável Vídeo Novo, que traz as releituras que ela e sua banda fizeram no DVD Admirável vídeo novo, lançado originalmente em 2004. O material foi produzido por Rafael Ramos e remixado por Jack Endino (Nirvana, L7, Soundgarden, Titãs), e sai nos aplicativos de música dia 16 de junho, pela Deck.

Nos anos 2000, você deve se recordar, saía um álbum e quase na sequência um “companheiro” em DVD, gravado ao vivo ou não. Admirável vídeo novo, DVD de estreia da cantora, trazia dois documentários originais sobre Pitty e muitas conversas de estúdio e de bastidores, além de várias versões de sucessos e temas indies do rock tocados por ela e sua banda da época, que era Peu Sousa (guitarra), Duda Machado (bateria) e Joe (baixo).

Entre as músicas do DVD original, estavam Girls just wanna have fun, da Cyndi Lauper, Femme fatale, do Velvet Underground, Eleanor Rigby, dos Beatles, Sailin’on, do Bad Brains e Punk rock, hardcore Alto José do Pinho, do Devotos, essa com participação de Cannibal (vocalista da banda pernambucana). Há também versões para Private Idaho, do B-52’s, com participações de BNegão e Nancyta, e Imagem é tudo, sua cabeça não tem nada, da banda carioca Jason, com dois integrantes do grupo, Flávio Flock e Panço.

Essas canções apareciam em pequenos trechos, e agora estão inteiras. “No documentário do DVD veio esse assunto de porque escolhemos essas músicas e comentávamos que são os nossos espelhos, quem ensinou alguma coisa para a gente, é onde a gente olha e se vê de alguma forma, seja em Cindy Lauper, seja em Queens of the Stone Age, tem algo que a gente vê ali do outro lado que é um espelho para a gente”, conta Pitty.

Na comemoração de 20 anos de Admirável chip novo, o disco e os clipes foram remasterizados, e a cantora roda o país com a turnê ACNXX.

JOÃO ROCK

O festival completa 20 anos em 2023, assim como o disco de Pitty, e tem um line-up genuinamente brasileiro, focado no rock, rap, MPB e reggae. Além de várias manifestações artísticas e esportes radicais, o festival se caracteriza por ser uma maratona onde os shows acontecem simultaneamente em um único dia, em mais de 14 horas de evento.

E aí embaixo você confere as informações dos shows do evento em 2023:

Data: 3 de junho- sábado
Local: Parque Permanente de Exposições/ Ribeirão Preto (SP)
Line – Up:

Palco João Rock: L7nnon e Filipe Ret + convidados, Emicida + convidados, Capital Inicial, BaianaSystem, Pitty, CPM 22, Gilsons, Ira! e Planet Hemp no formato “non stop”, sem intervalos.
Palco Brasil: Tom Zé, Mutantes, Zé Ramalho, Alceu Valença e Gilberto Gil na edição especial intitulada “Lendas Vol.1”.
Palco Aquarela: Flora Matos, Majur, Marina Sena, além de dois projetos especiais: Manu Gavassi canta Fruto Proibido e Ana Carolina – canta Cássia Eller.
Palco Fortalecendo a Cena: Borges, Major RD, Hyperanhas

(foto: Bruno Fuiji/Divulgação)

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Rockarioca encerra o ano comemorando aniversário e unindo Canto Cego e Mote Combinado

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No sexto e último Rockarioca Convida do ano, é tempo de celebrar. Enquanto o movimento Rockarioca comemora 3 anos e o La Esquina faz 12 anos (em janeiro), em 2023 a banda Canto Cego chegou aos 10 anos com a mesma formação. Do Complexo da Maré ao Festival de Montreux na Suíça tem chão – e 3 álbuns: Valente (2016), Karma (2019) e Canto Cego (2023). E abrindo a noite no La Esquina (Av Mem de Sá, 61 – Lapa), teremos Mote Combinado, quinteto de Niterói que mistura estilos diferentes com personalidade, com vocal feminino afiado em canções potentes. O evento é hoje, quinta (21), no La Esquina, das 19h30 às 23h.

CANTO CEGO
“No ano de 2023, a banda carioca Canto Cego comemora 10 anos da mesma formação – com Roberta Dittz nos vocais, Ruth Rosa na bateria, Rodrigo Solidade na guitarra, e Magrão no baixo. Lançando um novo álbum comemorativo, o grupo revive seus anos de resistência no rock carioca apresentando as músicas do novo álbum e destaques da sua trajetória.

Com o foco sobre o rock e a poesia a banda amplia a conexão entre público e palco em suas performances. No show que passeia entre diferentes atmosferas, gradativamente, poesias recitadas, músicas autorais e releituras de compositores nacionais apresentam a banda para o público.”

MOTE COMBINADO
“Formada no interior do Rio de Janeiro, a partir do encontro entre as composições de Caio Rodrigues e a voz de Larissa Moraes, a Mote Combinado nasceu da proposta de fazer música com atitude política e liberdade de criação.

Com Bill Dias assumindo as baquetas, o trio se radicou na cidade de Niterói/RJ, adicionou 2 membros e começou a dar corpo a um som que transa sua essência rockeira com influências improváveis. A banda lançou seu primeiro trabalho de estúdio em 2016, o EP Poco de lá, cado de cá e, nos anos seguintes, passou pelos principais palcos e festivais do cenário independente do estado.

Após uma pausa e várias formações, Larissa, Caio e Bill voltam com novos integrantes e singles em 2023. Os primeiros Ode e Amanhecer, receberam elogios de crítica e público. Nesses novos trabalhos, a Mote segue fiel à essência refletida em seu nome, combinando estilos e seguindo uma bússola eclética sem norte em rótulos ou algoritmos.

SERVIÇO
– Evento: Rockarioca Convida #6
– Shows: Mote Combinado (20h30) + Canto Cego (21h30)
– Quando: Quinta-feira 21 de dezembro – das 19h30 às 23h
– Onde: La Esquina (Av Mem de Sá, 61 – Lapa/RJ)
– Ingressos: R$30 no dia / R$20 adiantado no Sympla:

Foto (Canto Cego): Paulo Barros/Divulgação.

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Bê e os Sadmen: pós-punk mineiro estreia com show e disco em BH

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No dia 26 de novembro (domingo), vai rolar o lançamento do trabalho solo de Adriano Bê, mais conhecido pelo seu trabalho como vocalista da banda mineira de pós-punk Drowned Men (que já foi dica do nosso podcast Pop Fantasma Documento, certa vez). Bê volta acompanhado pela banda Os Sadmen (Kim Gomes, guitarra; Lucas Gomes, baixo; Ricardo Yuki, bateria, além da participação de Marcelo França nos teclados) em show na Casa Matriz, lá em Belo Horizonte (Av. Álvares Cabral, 400, Centro, BH/MG, às 16h, ingressos a R$ 25 no Sympla e R$ na portaria).

No show, Bê e sua banda lançam o álbum Eu ainda estou vivo, unindo músicas em português e inglês, e ecos de bandas como Echo & The Bunnymen e Joy Division. O disco sai pelo selo Plainsong Records, selo especialista em bandas de pós-punk e gótico. Entre as faixas, Dreaming, Going nowhere e Pessoas me dão medo, além do protesto de De volta à idade média (“a inquisição está à solta, é nova caça às bruxas/por falsos moralistas/por falsos puritanos”, lembrando o clima de bandas nacionais como Finis Africae, só que bem mais sombrio).

O Pop Fantasma tá dando apoio pro show (ao lado da própria Plainsong) e recomenda MUITO que você vá, caso esteja lá por BH. Além de Bê, tem abertura com Os Silvas (The Smiths Experience), discotecagem de Carol Cirilo e exposição de Tatiana Caju, fotógrafa da capa do álbum de Bê. Eu ainda estou vivo você ouve aí.

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Flores Astrais: show-tributo a Secos & Molhados em Niterói na sexta (6)

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Flores Astrais: show-tributo a Secos & Molhados em Niterói na sexta (6)

No aniversário de 50 anos do álbum de estreia do Secos & Molhados, Danilo Fiani (voz), Luiz Lopez (voz, piano, violão), Mario Vitor (voz, guitarra, violão), Alan James (baixo) e Rike Frainer (bateria) uniram-se para fazer um espetáculo em homenagem ao grupo e seu cinquentenário. Eles formam o grupo Flores Astrais, que toca pela primeira vez em Niterói nesta sexta-feira (6), no Theatro Municipal de Niterói.

O repertório do show inclui boa parte dos sucessos de Ney Matogrosso, João Ricardo e Gerson Conrad (trio que formou a banda em seus primeiros anos), como Flores astrais, Sangue latino, O vira, Rosa de Hiroshima e outros. O grupo já tocou em lugares como o Teatro Rival (no Rio) e o Teatro das Artes (em SP), e todos têm projetos individuais, além de carreiras solo – Alan James acaba de lançar um single solo, Luiz Lopes tem álbuns solo e toca com Rike Frainer na banda Os Erasmos, que revisita o repertório de Erasmo Carlos (os dois tocaram também na banda do Tremendão). No palco, durante o show, Luiz, Danilo e Mario surgem maquiados como o Secos & Molhados nos anos 1970

SERVIÇO:
Theatro Municipal de Niterói
Única apresentação, sexta-feira, dia 6 de outubro às 20 horas
Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro, Niterói
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)
Classificação: livre
Informações (21) 3628-6908
Link de vendas: Sympla

Foto: Divulgação

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