Cultura Pop
Remix de “Pelados em Santos” deixa Rick Bonadio puto da vida

Rick Bonadio, lançador dos Mamonas Assassinas, foi para as redes sociais criticar fortemente o remix que o DJ Alok e o duo Sevenn fizeram do hit Pelados em Santos, dos Mamonas. Meteu um post no Facebook e ainda marcou o DJ.
A treta foi armada e o duo Sevenn, de DJs americanos radicados no Brasil, mandou uma resposta para Bonadio. “Na verdade não está incorreto, só não é do mesmo jeito da versão original. Aprenda a criticar antes de falar”, diz a resposta. O produtor não deixou por menos e rebateu: “Não, não está. Se você tivesse mudado o conceito do arranjo e a harmonia faria sentido. Mas há apenas um acorde errado. E aliás, o remix é horrível. Mamonas é uma lenda e você desrespeitou sua memória. Espero que você aprenda para o futuro”.
It’s actually not incorrect, it’s just not the way the original version is. Learn how to critique before you speak. ????
— Sevenn (@sevenn) December 14, 2017
No, it’s not. If you had change the concept of the arrange and harmony it would make sense. But it is just one wrong chord. And btw the remix is awful. Mamonas is a legend and you disrespected their memory. Hope you learn for future. https://t.co/23RyxRGBfT
— Rick Bonadio (@rickbonadio) December 14, 2017
Teve gente postando outras opiniões.
Full respect, I fucking love the song, but this isn’t the original ?
— Sevenn (@sevenn) December 14, 2017
Alok fez uma live no Instagram respondendo às críticas: “Na verdade, está soando a nota certa, mas às vezes, dependendo de como é tocada, pode soar um pouquinho diferente. Isso que a gente fez é uma releitura e acaba que a gente pode ter o direito de mudar o arranjo e a estrutura dela, assim como fiz com o remix do Mick Jagger”, disse, “O Rick perguntou se eu conhecia algum músico… O Sean e o Kevin são alguns dos produtores mais incríveis que eu conheci na minha vida. O Kevin tem ouvido absoluto, ele consegue ouvir e reconhecer qualquer nota. Ele é um monstro. Essa música a gente fez com muito carinho e dedicação. A gente fez como homenagem ao Mamonas Assassinas, nós somos fãs. A gente nunca divulgaria uma coisa dessas, mas a gente abriu mão de todos os direitos da música e todo o lucro é direcionado à família deles. A gente fez tudo isso em consenso com a família do Dinho (vocalista da banda)”.
E continuou, mandando uma mensagem para Bonadio. “Rick, obrigado pelo Marketing. Quero dar um recado para você. Ao invés de ficar aí só fazendo críticas destrutivas, por que você não vem aqui para o estúdio fazer críticas construtivas? De repente você tem algo pra ensinar pra gente e a gente pra você também. Vem dar uma atualizada”, completou”.
No Facebook, Bonadio continuou as críticas.
Tire suas próprias conclusões ouvindo a música e o remix.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.






































