Cultura Pop
Paul Weller, ícone mod, gosta mesmo é dos Beatles

Em outubro, o canal de vídeo Records In My Life bateu um papinho com uma grande lenda do rock. Ninguém menos que Paul Weller, relembrando os discos de sua vida. E em especial, o ex-líder do Jam e do Style Council recordou o disco que o inspirou para começar a tocar. Se você tá pensando que ele vai falar de algum disco do The Who, já que Paul é ícone da turma mod, prepare-se para ver o cara falando de Beatles o tempo todo.
“Provavelmente o que mais me inspirou foi ver os Beatles na TV em 1963. Eles fizeram um programa chamado Royal Command Performance. Foi a primeira vez que os ouvi e depois minha mãe comprou o single de She loves you. Minha vida mudou a partir daí”, conta. O primeiro álbum que ele comprou? Justamente Sgt. Pepper’s, dos Beatles, lançado em 1967, mas que Paul lembra de ter comprado no ano seguinte. “Demorei um ano até ter grana pra isso”, conta.
Paul também lembra de ter sido muito inspirado por seu pai, que era empresário artístico. “Meus pais eram apoiadores, sempre diziam que eu devia seguir meus sonhos”. Tem algum disco que ainda inspira Weller depois de 40 anos de carreira discográfica (a estreia do Jam, In the city, saiu em 1977)? “Sim, o catálogo inteiro dos Beatles. Nem sei te falar quantas vezes ouvi essas músicas”, conta Paul, que citou também artistas recentes como Savoy Motel.
A propósito, em 2013, Paul deu uma passadinha na loja de discos Amoeba para renovar o estoque de CDs e saiu de lá com uma coletânea de artistas do Tropicalismo. “Ninguém pode deixar de ter esse disco. Tem Mutantes, Caetano Veloso, Gilberto Gil…”. A brazilian revolution in sound, o tal disco, saiu em 2005 pelo selo Soul Jazz Records e fez um certo barulhinho na mídia, até no Brasil. A love supreme, de John Coltrane, (1965), e Electric warrior, do T. Rex (1971), foram igualmente parar na sacola do músico.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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