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Cultura Pop

O Hüsker Dü e o começo do rock alternativo

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Por onde anda o Hüsker Dü?

Tem quem não saiba ou não lembre, mas o Hüsker Dü já foi um quarteto e teve um tecladista (!) chamado Charlie Pine. Bom, isso é exagero nosso: a banda ainda não tinha esse nome. Chamava-se Buddy and The Returnables e nem tinha dado muitos passos além da sala de ensaios.

Só que, como naqueles grupinhos de WhatsApp que surgem de outros grupos, o núcleo duro – Bob Mould, Grant Hart e Greg Norton –  começou a ensaiar às escondidas do tecladista, tocando covers de Ramones e músicas autorais. Foi nessa que o Hüsker Dü (cujo nome, já falamos aqui, surgiu por causa de uma brincadeira com Psycho killer, dos Talking Heads) iniciou atividades.

Isso, resumidíssima, é a história da formação de uma das bandas mais influentes do rock alternativo americano. O restante você encontra num vídeo que o canal Trash theory lançou, esmiuçando as relações do Hüsker Dü com o surgimento do rock alternativo. Kurt Cobain era fã, o Green Day também, e não é nada complicado imaginar que discos como Nevermind surgiram do som que esse trio de Minneapolis fazia.

O primeiro show do Hüsker Dü, por sinal, é mais uma data redonda a ser comemorada nesse ano: rolou em março de 1979. Os teclados de Pine foram levados ao palco mas ficaram desligados durante todo o tempo. Muito embora Mould ache que o primeiro show do grupo rolou mesmo em maio de 1980, já como trio, no Jay’s Longhorn Bar.

Dessa época até o comecinho da década de 1980, o grupo foi se tornando um dos nomes mais importantes da onda de bandas lançadas por college radios – as rádios universitárias que despejavam artistas como R.E.M., XTC e Sonic Youth. Tiveram um estouro com Diane, em 1983, e seguiram em frente. Até que as gravadoras começaram a prestar atenção nessas bandas e levaram várias delas: a Warner contratou o Hüsker Dü, os Replacements e o R.E.M., por exemplo.

O tal vídeo do Trash theory faz o serviço de casa direitinho e recorda que esse começo foi bem parecido com a escalada do rock alternativo dos anos 1990, com o grunge partindo de uma cena local para os grandes espetáculos e as gravadoras multinacionais. Como se não bastasse, Zen arcade, disco conceitual do Hüsker Dü lançado em 1984 (sobre o qual você já leu aqui) influenciou de Foo Fighters a Green Day e lançou muitas bases para o rock alternativo da década seguinte.

Confere aí.

Mais Hüsker Dü no POP FANTASMA aqui.

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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