Cultura Pop
O episódio proibidão dos Teletubbies

Nesta terça (23), saiu de cena um dos atores responsáveis por encarnar o personagem Tinky Winky, dos Teletubbies. Simon Shelton morreu aos 52 e ocupou-se do seriado entre 1998 e 2001. Por causa disso, muita gente voltou a lembrar do seriado e muitos antigos fãs (além de interessados em programas infantis de modo geral) também se lembraram de um detalhe pouco citado a respeito da série, que fez um baita barulhão no Brasil após os anos 1990 (era exibida pela Rede Globo). O tal detalhe: houve um episódio proibidão dos Teletubbies.
Se você tá pensando que a produção da série endoidou e resolveu botar os personagens numa festinha mais animada que o normal, pode parar de pensar besteira e tirar o cavalinho da chuva. O episódio See saw, produzido e exibido em 14 de abril de 1997 pela BBC, botou medo em um monte de criancinhas ao redor do mundo por causa dessa dupla aí de baixo.

O leão e o urso (sim, basicamente os nomes dos personagens são esses) fazem parte da série de “eventos mágicos” dos Teletubbies, que eram cenas e/ou shows que aconteciam na animação para divertir os próprios personagens – e consequentemente o público. E geralmente partiam da entrada de visitantes no programa. O leão e o urso apareceram pela primeira vez nesse episódio e até voltariam a surgir em outros.
O problema é que, logo na primeira aparição, um número considerável de pais reclamou que os filhos pequenos ficaram MUITO assustados com os dois bichos. Primeiro porque ninguém sabia direito se aquelas duas criaturas (dois brinquedos mecânicos feitos de madeira que andavam sobre skates) eram de verdade, ou eram desenho animado, ou sei lá o que. Mas a criançada também se assustava com as vozes dos personagens, com a música de fundo, com o fato dos dois aparecerem do nada na animação e com a cena de perseguição do final.
Se você ficou muito curioso, tá aí o episódio inteiro.
E as cenas do urso e do leão editadas como no original que meteu medo em geral. Vai encarar?
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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