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Cultura Pop

No Alternative, coletânea beneficente dos anos 1990, no Acervo Pop Fantasma

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No Alternative, coletânea beneficente dos anos 1990, no Acervo Pop Fantasma

Nos anos 1990, coletâneas beneficentes viraram moda: tinha desde o tom pop de Red hot + dance, em benefício dos cuidados com soropositivos, até Sweet relief, lançada em benefício a um fundo de ajuda para a cantora e compositora Victoria Williams – diagnosticada com esclerose múltipla. Vários desses discos, hoje em dia, são verdadeiros clássicos, com um ajuntamento de artistas que inclui de Soundgarden e Pearl Jam a Bob Mould e Jonathan Richman. Aproveitamos para falar, no Acervo Pop Fantasma, de um dos melhores discos dessa safra: a coletânea No alternative, lançada em 1993. E que, entre outras surpresas, tinha uma faixa escondida (e inédita) do Nirvana, que viraria hit no Brasil alguns anos depois da morte de Kurt Cobain.

Toda segunda-feira, o Acervo Pop Fantasma segue por e-mail e fala de algum item da minha coleção: pode ser um CD, um K7, um vinil, um livro, um objeto, uma camiseta (por que não?), tudo o que eu tiver aqui, e que for cheio de assunto. A ideia é que ele seja bem mais curto do que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast oficial, que dura uns 40 minutos por semana. O Acervo dura de dez a quinze minutos e sobe no YouTube em vídeo não-listado (tentei muito achar uma maneira melhor de distribuí-lo mas não achei nada, se alguém tiver alguma sugestão…).

Os três primeiros episódios estão à disposição de todo mundo aí embaixo. Curtiu? Então lá vai o comercial do nosso financiamento coletivo: ele é bem acessível (dez reais por mês já são o suficiente) e, juntando-se à turma que dá apoio ao site, você ajuda o Pop Fantasma a continuar funcionando diariamente. Com seu apoio, eu vou conseguir me dedicar exclusivamente a ele e vou poder produzir sempre matérias, entrevistas, podcasts, etc.

Arte: Aline Haluch. Trilha sonora: Leandro Souto Maior. E nosso podcast oficial, o Pop Fantasma Documento, é esse aí.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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