Cultura Pop
Aquela época que a MTV tentou reativar o Menudo

As lembranças que praticamente todo mundo tem do Menudo vêm dos anos 1980. Em 1984, parecia fazer muito sentido para o Brasil, recém-saído da ditadura militar, dançar e cantar ao som de Não se reprima. Era o primeiro hit do grupo portorriquenho no país, lançado com um clipe no Fantástico que, tudo considerado, marcou época.
De lá para cá, muita coisa aconteceu com o grupo. O Menudo mudou de formação várias vezes (chegou a mudar o nome para MDO), perdeu a infame degola de integrantes aos 16 anos (quem chegava à idade, tinha que sair por causa da mudança de voz) e até tentou recomeçar um sucessinho no Brasil em 1989, com um semi-hit chamado Los ultimos heroes. No fim dos anos 1990, o nome “Menudo” foi descontinuado e o grupo encerrou atividades.
Agora, o que possivelmente você não sabe ou não lembra é que a MTV tentou reativar o grupo em 2007 a partir de dois reality shows. Olha aí, ó.
Road to Menudo e Making Menudo foram ao ar em 2007 pela MTV Tr3s, divisão da emissora voltada para o público hispânico. Os dois programas eram complementares: o primeiro fazia a triagem de adolescentes interessados em fazer parte da boy band, o outro reduzia a turma a quinze nomes. Todos ficavam numa mesma casa e passavam por várias provas. No final, ficaram para contar a história do novo Menudo, José Bordonada Collazo, José Antonio Montañez (Monti), Christopher Nelson Moy, Emmanuel José Vélez Pagán e Carlito Olivero. Essa turma ficou junta até 2009.
Em 18 de dezembro de 2007, essa rapaziada lançou um EP, More than words. Olha a faixa-título aí. Como o disco saiu perto do Natal, tinha uma faixa chamada This Christmas.
Em 24 de junho de 2008 saía mais um single dessa formação obscura do Menudo, Lost. Essa música, que gozado, foi feita por Philip Lawrence, Cory Rooney e por um iniciante Bruno Mars. E tinha sido feita para alavancar a carreira solo de Mars – que acabou topando cedê-la para o grupo portorriquenho, já que a grana era boa.
Via Billboard.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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