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Cultura Pop

Mixtape Pop Fantasma # 2 (21/04/2021)

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Pixies na Mixtape Pop Fantasma # 2 (21/04/2021)

Toda quarta-feira às 17h, rola a MIXTAPE POP FANTASMA, hoje ilustrada aí pelos Pixies, uma das nossas bandas preferidas. Aliás, como a gente disse na semana passada, a gente prefere não usar o termo podcast, mas se você quiser chamar assim, tudo bem. E a segunda edição tá aí – lembrando que a gente vai ao ar também toda sexta às 11h da manhã Mutante Radio. E que em breve vamos rolar em outras rádios e web-rádios.

>>> Tem mais Mixtape Pop Fantasma aqui.

Em resumo, é isso aí: dessa vez na mixtape relembramos os tempos em que George Harrison virou cineasta. Bem como falamos mais uma vez dos Pretty Things e de sua obra-prima Parachute. Mas também lembramos de Doolittle, dos (olha eles aí) Pixies e de No other, clássico de Gene Clark.

No entanto, nosso texto sobre o relançamento de Big science, estreia de Laurie Anderson, também surge na mixtape. Bem como o que recorda as canções de Donovan. E mais: pela primeira vez, tocamos um som do qual falamos no POP FANTASMA APRESENTA. E finalmente, tem nossa homenagem a Roberto Carlos. Além de algumas surpresas. Só ouvir aí.

George Harrison – Crackerbox palace
Pretty Things – Scene one/The good Mr. Square/She was tall she was high
Yardbirds – Shapes of things
Shocking Blue – Alaska Country 
Gary Numan – Saints and liars 
Pixies – Into the white
Laurie Anderson – Babydoll 
Donovan – Cosmic wheels 
Gene Clark – No other 
Albert Hammond – The free electric band
Disstantes – Zumbi choppa
The Feitos – Disco do Roberto
Chico da Silva – Convite a Roberto Carlos 
Pixies – Tame (Peel session) 

BG:
Laurie Anderson – O Superman
Byrds – Eight miles high
Leandro Souto Maior – Assim falou Jimmy Page, Jeffbeckiana, Sylvia (as três do disco Jurassic rock)

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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