Cultura Pop
Nem sempre Mick Jagger foi pé-frio

Hoje em dia, quando Mick Jagger resolve torcer para alguém, todo mundo fica ligado. Como o cantor dos Rolling Stones aparentemente não tem dado muita sorte aos países pelos quais costuma torcer na Copa do Mundo, surgem várias piadas a respeito de uma suposta maldição a qual o artista está ligado (“pé-frio”, enfim), e que enterra todas as chances de vitória das seleções que escolhe.
O que pouca gente lembra é que, aparentemente, Mick Jagger deu sorte para a Itália na Copa de 1982, jogada na Espanha. Em 11 de julho daquele ano, a terra da bota disputou a final da competição com a Alemanha. Se deu bem, foi de 3×1 e tornou-se tricampeã. Só que algumas horas antes do jogo (às 15h, enquanto a partida seria às 20h), os Rolling Stones faziam uma apresentação num estádio lotado em Turim, marcando a primeira passagem da banda pela Itália em 15 anos.
Vale citar que, lá por 1982, tanto os Rolling Stones quanto a Itália precisavam bastante um do outro. Após um período duradouro de crises internas, divórcios e excesso de drogas, a banda tinha voltado a ser importante com o disco Tattoo you (1981) e o hit Start me up. A Itália, e em particular, Turim, vinha ficando de fora das agendas de todos os grandes artistas. Durante um bom tempo, e pelos mais variados motivos, a juventude italiana virou sinônimo de distúrbio e confusão em lugares lotados. O show dos Stones, aliás, chegou a ser oferecido a outras cidades italianas, como Florença. A ideia foi descartada em várias delas.
Mick não decepcionou: animado pelo calor humano dos fãs italianos (a turba chegava a gritar “Itália” entre as músicas), disse em alto e bom som que o país ganharia da Alemanha por 3×1. Acertou, como depois ficaria público e notório. E no fim da apresentação, ao voltar com a banda para o palco (para cantar o hit Satisfaction), estava usando o uniforme do jogador Paolo Rossi, que tinha ganhado assim que chegou ao país (e Paolo, você deve lembrar, foi o carrasco da seleção brasuca naquela época).
Olha aí a banda na TV italiana, na época. E a turba esperando pelos Rolling Stones.
Saiu um bootleg triplo ao vivo com os shows dos Stones na Itália, Mundialito 1982. Já o áudio do show do dia 11 de julho, no Comunale de Turim, tá aí.
Infos de Rai (aqui e aqui), Lundiciti e Van do Halen.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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