Cultura Pop
Meu heavy português

E o heavy metal em Portugal? Vai bem, obrigado, e sempre foi. Um mês antes do Rock In Rio, em 15 de dezembro de 1984 rolou no Stº António dos Cavaleiros (Loures) o primeiro Festival de Heavy Metal Português, com várias bandas locais. O país já tinha várias bandas locais, fanzines e alguns produtores ligados aos estilo. E agora criaram um blog, escrito em inglês, só para relembrar os áureos tempos do som pesado na terra do fado. Olha aí seis coisas que você fica sabendo pelo blog Portugal 80’s Metal.

1º FESTIVAL HEAVY METAL: O evento foi organizado por José Gomes, um músico e agitador luso que atendia por vários apostos. Era ex-vocalista do Wild Shadow e Ravensire, membro fundador do primeiro fã-clube metálico local, o Purgatório do Heavy Metal, e do fanzine Folha Metálica. E era também conhecido como Zé Mastercrow. Entre os problemas enfrentados por ele e pela turma do evento: chuva torrencial que enlameou e atolou a van do grupo Xeque-Mate, incompatibilidade entre sistema elétrico e PA etc. No final, houve invasão da GNR – não a veterana banda de rock portuguesa, mas a Guarda Nacional Republicana, polícia local.
O ZINE QUE MUDOU DE NOME. A “passagem da máquina de escrever para o computador” provocou mudanças no fanzine Necrotério, surgido em 1990. Após dois números com esse nome, mudou a tecnologia, mudou o nome (virou Prophetical) e os textos passaram a ser feitos em inglês. Depois, a publicação viraria Chasing Fear. Os números foram lançados com bastante espaço um entre o outro (a tal primeira edição como Prophetical só saiu em 1994), mas renderam assunto o suficiente para, em 2014, sair uma edição especial de 20 anos.
DANDO GERAL. A revista Blitz, uma das mais populares do segmento “música” de Portugal, começou como jornal e, desde meados dos anos 1980, já abrigava uma coluna dedicada ao rock pesado, Blitz Metálico. A seção dava espaço para jornalistas que tinham vindo de fanzines metálicos locais.

BANDAS. No blog, dá para conferir algumas bandas dos anos 1980 e 1990, com direito a samples – e algumas delas já têm demos no YouTube. O esquema de capas meio toscas com desenhos aterrorizantes também rolou por lá. Olha aí a (boa) demo da Overhead, banda do Porto que cantava em inglês, mas tinha uma música no idioma pátrio, Cubo de gelo.
DIZ SIM À VIDA. Apesar do nome “pra cima”, esse era um festival de rock lusitano no qual estavam presentes bandas de som pesado, como Hellegion e West Boulevard – além de grupos mais leves como UHF e Essa Entente. Rolou no Estádio do Barreirense em 14 de julho de 1991, em prol do Centro Jovem Tejo.
ZINES DE BANDAS. Desde o começo dos anos 1980 já era possível achar discos do Metallica em Portugal. Possivelmente o sucesso de And justice for all (1989) animou o fotógrafo João Moura a fazer um fanzine dedicado à banda, em outubro daquele ano, o Metallica News. O zine pertencia ao fã-clube do grupo por lá. João fazia parte do time do Devastação Metálica, outra publicação indie local.

Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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