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Cultura Pop

Limpando privadas por causa do Nirvana

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Limpando privadas por causa do Nirvana

Bem antes de cantar Smells like teen spirit com o Nirvana, Kurt Cobain estava mais preocupado com outro tipo de cheirinho (que decididamente não era o de espírito juvenil). Aos 17 anos, o futuro guitarrista e cantor trabalhou como zelador. Ele havia saído da escola duas semanas antes da formatura, mas acabou arrumando um emprego em seu próprio ex-colégio. Depois trabalhou para o Polynesian Condominium Hotel Resort e para o serviço de zeladoria da Lemons.

Aliás, Chris Novoselic, baixista do grupo, revelou que uma das primeiras demos do Nirvana foi paga com a grana que Kurt arrumava lavando privadas e botando lixo pra fora. “Era um homem que nunca limparia sua cozinha ou levaria o lixo para fora, ou faria esse tipo de tarefa. Mas Kurt Cobain não era uma pessoa preguiçosa. Basicamente, ele limpava banheiros. Foi assim que ele pagou por aquela demo”, disse (saiu na Loudwire isso aí).

>>> Veja também no POP FANTASMA: Kurt Cobain zoando o MTV Headbangers Ball

O livro Diários de Kurt Cobain diz que a ideia do cantor era iniciar um negócio de limpeza com Chris para sustentar os projetos musicais. Ele chegou a desenhar um folheto para uma empresa que se chamaria Pine Tree Janitorial Service. “Nós garantimos taxas $ 50,00 mais baixas do que o seu serviço atual de zeladoria”, garantia o cantor do Nirvana.

Um texto da Far Out Magazine diz que perguntaram para Kurt sobre o que havia de correlação entre seu antigo emprego e as artes do grunge. A resposta? “É como uma mistura fina de solventes de limpeza, para não usar no banheiro. Quando eu era zelador, costumava trabalhar com caras no estilo (dos personagens) Rocky e Bullwinkle. Eles limpavam os vasos sanitários com as mãos sem nenhuma proteção e depois almoçavam sem lavar as mãos. Eles eram muito sujos”, recorda.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando Kurt Cobain fez filmes de terror

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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