Cultura Pop
Kylie Minoise: “You suffer”, do Napalm Death, em versão de uma hora (!)

Presente em Scum (1987), primeiro LP da banda britânica de grindcore Napalm Death, a canção You suffer dura exatamente 1.316 segundos. Encerra o lado A do disco, que é gravado por uma formação diferente da do lado B. São praticamente duas bandas com o nome “Napalm Death” no mesmo debut, unidas apenas pela onipresença do baterista Mick Harris. A música chegou a ser lançada num single em 1989 – na verdade um split-single com uma banda chamada The Electro Hippies. E, por tal motivo, o disquinho é considerado o compacto mais curto do mundo.
Recentemente uma reportagem publicada pela Noisey mostrou as relações entre Scum e os experimentalismos musicais. Nicholas Bullen, baixista que fundou a banda e tocou no lado A de Scum, deixou o grupo para dedicar-se a ambientações e instalações sonoras. Está mais próximo de um sujeito como Brian Eno do que do punk ou do heavy metal. Gente ligada à música eletrônica também ama a estreia da banda.
Por isso, nada estranho que um músico chamado Lea Cummings, que comanda um projeto experimental chamado Kylie Minoise, tenha resolvido regravar You suffer. Só que ele a transformou numa ambientação sonora esquisita de mais de uma hora (!). Sim, o resultado ficou bem mais próximo do estoura-tímpanos Metal machine music, de Lou Reed (1975) do que do grindcore. Essa maluquice saiu por um selo escocês chamado Kovorox Sound, apenas em CD-R, em 2007. E serviu para comemorar os 20 anos de Scum.
Olha aí You suffer, com mais de uma horinha, pelas mãos do Kylie Minoise. Ouça por sua conta e risco.
Abaixo você encontra uma entrevista com Cummings, em inglês (tem legendas automáticas – ruins). E citamos o Kylie Minoise numa listinha de nove artistas que lançaram discos no formato floppy disk.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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