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Cultura Pop

Kiss sem máscara (ou quase isso) em 1978

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Kiss sem máscara? Antes dos anos 1980? Teve, sim, mas vamos por partes. Fundada em 1957 pela jornalista e ex-atriz Gloria Stavers, a 16 foi uma revista que fez a alegria de vários adolescentes durante várias décadas. Afinal, num mercado bizarro como o de revistas, ela conseguiu a proeza de sobreviver até 2001, acompanhando as modas e entrevistando personalidades que o público teen curtia.

Por acaso, não dava para classificar a 16 como uma revista “de rock” ou até “de música”. Afinal, o lance dela eram os astros que os adolescentes curtiam. E esse leque incluiu de Elvis Presley às boy bands dos anos 1990. Aliás, a publicação também tentou inovar, incluindo o astro de Star Trek Leonard Nimoy e Alice Cooper, ambos em seus auges, como astros queridos dos adolescentes.

Kiss sem máscara (ou quase isso) em 1978

Apesar de não haver uma lei do tipo “essa é uma revista de meninas”, era de fato o público feminino que garantia as vendas. Como resultado disso, astros como David Cassidy, os Beatles e os Bay City Rollers batiam ponto nos pôsteres e entrevistas. Estas últimas, por sinal, inovavam trazendo artistas escrevendo cartas para os fãs, ou respondendo perguntas nada profundas como “qual sua cor preferida?” e “qual seu tipo de garota?”.

E o Kiss sem máscara com isso? Bom, vamos lá. A banda realmente se recusava a aparecer sem as maquiagens até a década de 1980. Por sinal, fãs ficavam malucos tentando adivinhar como seriam os rostos de Gene Simmons, Paul Stanley, Ace Frehley e Peter Criss. Mas em julho de 1978, a 16 anunciou que traria “o real” Gene Simmons: sem máscara, sem roupas malucas, apenas o cara que cuidava dos negócios do Kiss e tocava na banda.

O repórter foi ao escritório da banda. Espantou-se de descobrir que Gene era um sujeito cabeludo, mas que se vestia de maneira formal e parecia um sujeito caretão fora do disco. E quanto ao Kiss sem máscara? Enfim, a 16 não conseguiu entregar totalmente o ouro não. De tal forma que Gene posou mostrando o olho direito, e a língua de fora, com uma edição da revista tapando tudo. Olha aí esse momento inesquecível.

Kiss sem máscara (ou quase isso) em 1978 Kiss sem máscara (ou quase isso) em 1978

Você lê a matéria inteira aqui e aqui. A revista revelava que discos solo dos integrantes sairiam em breve (o que de fato aconteceu) e que a banda faria um filme para a TV (Kiss contra o Fantasma do Parque sairia naquele mesmo ano).

Em setembro, mais Kiss sem máscara, já que o guitarrista Ace Frehley surgiu lá com o rosto parcialmente coberto por cartas de baralho. Essa matéria tá inteira aqui.

Kiss sem máscara (ou quase isso) em 1978
Em seguida, no mês de outubro, foi a vez do batera Peter Criss aparecer na revista sem máscara, mas mostrando apenas os olhos, com o rosto tapado pela 16. Leia todo esse texto aqui.

Kiss sem máscara (ou quase isso) em 1978

Aparentemente a 16 não levou Paul Stanley a posar com parte do rosto descoberto na revista. Mas em maio de 1978 saiu esse pôster do músico em clima de Roberto Carlos.

Kiss sem máscara (ou quase isso) em 1978

Ah, sim, a 16 foi, por um tempinho, editada por ninguém menos que o primeiro empresário dos Ramones, Danny Fields. Falamos tem um tempinho de um documentário sobre ele que está na Netflix.

Via Blog do Emílio Pacheco e Lansure’s Music Paraphernalia

Veja também no POP FANTASMA:
– Quando o Kiss virou mania na Austrália em 1980
Obrigaram o Kiss a gravar uma canção chamada Kissin’ time
A primeira peça de merchandising do Kiss era um programa de turnê
– O Kiss no divã: como um psiquiatra enganou a banda, abandonou a família e sumiu do alcance da polícia
– O que o Kiss e o Roberto Carlos têm em comum?
– Um cara criou capas fictícias de discos solo dos integrantes do Kiss para todo mundo que já foi da banda
– Quando Melvins e Gene Simmons (Kiss) dividiram o palco

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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