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Cultura Pop

Rod Stewart plagiando Jorge Ben no Fantástico, em 1979

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Drama. Suspense. Terror. Emoções fortes. A julgar pela trilha sonora escolhida em 1979 pela equipe do Fantástico para ilustrar essa reportagem sobre a encrenca entre Jorge Ben e Rod Stewart por causa do plágio do britânico em cima do hit Taj Mahal, a história toda é mais cheia de desvãos do que um filme de Hitchcock.

A meleca toda começou quando Rod lançou hit Do ya think I’m sexy?, em 1978. A canção, que costuma ser chamada de “o mergulho na disco music de Stewart” (é mais ou menos isso) fez sucesso pra burro em todo o mundo. Inclusive no Brasil, onde muita gente noto que o refrão era igual ao “teteteteretê” de Taj Mahal, de Ben. Jorge já deu várias versões para como descobriu essa história. Numa delas, contou ter sido avisado de que o cantor americano Taj Mahal costumava cantar Taj Mahal com o nome mudado para Jorge Ben – e falava do suposto plágio nos shows.

O Fantástico abordou o caso entrevistando Jorge e convidando o maestro Radamés Gnatalli para executar as duas músicas no piano. O maestro tirou a partitura de ambas e achou tudo igual. Ostentando uma camisa aberta até metade do peito (eram os anos 1970…), o entrevistado Nelson Motta diz que “ninguém pode afirmar que o Rod plagiou intencionalmente uma canção do Jorge Ben”. Parecendo meio puto com alguma coisa, Edu Lobo mostra o vinil Live-evil, de Miles Davis (1971) e aponta três músicas do disco que foram feitas por Hermeto Pascoal e surrupiadas por Miles. “Isso não é nem plágio, é furto mesmo”, esbraveja. Depois aconselha Jorge a dar uma “cacetada” (meu Deus!) em Stewart.

Um tempo depois o próprio Rod admitiu que, sim, deu uma chupadela na música porque tinha passado Carnaval no Rio em 1978 e ouvia Taj Mahal o tempo todo. Foi, er, plágio inconsciente. “Claro que não cheguei no estúdio e falei: ‘Vamos usar a melodia de Taj Mahal no refrão e azar. O compositor mora no Brasil, então nunca descobrirá'”, disse o ex-coveiro.

Mais sobre esse assunto no Vinyl Me Please.
Mais Jorge Ben no POP FANTASMA aqui.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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