Cultura Pop
João Barone (Paralamas) tá contando as histórias do kit de bateria que usou no Rock In Rio I

Patrocinado pela empresa de baterias Tama há vários anos, e prestes a cair na estrada com sua banda Call The Police (na qual toca covers do Police ao lado do ex-Barão Vermelho Rodrigo Santos, no baixo, e de um ex-Police, o guitarrista Andy Summers), João Barone vai resgatar para a turnê uma peça raríssima de sua coleção. Ele encontrou a bateria Tama Imperialstar que começou a montar quando começou a gravar com os Paralamas do Sucesso, e vai usá-la no giro com o Call The Police. Que, além de vários lugares do Brasil, passa também por Argentina e Chile. Olha aí.
https://www.instagram.com/p/BhzMQZkALCd
E ele tá resgatando a história de seu instrumento de estimação em posts do Instagram dele, @joao.barone_oficial. Começou com esse post.
https://www.instagram.com/p/Bhw3IpqAE8d
Muita gente ficou várias noites sem dormir quando viu João Barone, por volta de 1984/1985, batendo nuns tambores meio esquisitos, tanto no Rock In Rio quanto nas idas dos Paralamas do Sucesso a programas como o Globo de Ouro. Se você nunca soube o que eram essas peças de bateria, tá aí.
https://www.instagram.com/p/Bhw3r08AurS/
Pouco antes do Rock In Rio, a banda foi pra Nova York. Barone voltou com essas raridades aí.
https://www.instagram.com/p/BhxCU64gpvD
Um pouco da história da Tama. João Barone, autor de livros e de um documentário, é bom nesse lance de contar histórias.
https://www.instagram.com/p/Bhw3fnWgKca
Nem uma baita chuva derrubou a bateria.
https://www.instagram.com/p/BhxCbxngSNG
O “kit do Rock In Rio” ficou guardado por vários anos numa loja e foi esquecido. Mas foi encontrado, finalmente.
https://www.instagram.com/p/BhxCm1zA09K/
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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