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Cultura Pop

Aquela vez que James Last e sua orquestra releram Hawkwind, Alice Cooper e T. Rex

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Com popularidade que rivaliza com a de artistas como Elvis Presley, o maestro alemão James Last (1929-2015) gravou a partir de 1965 uma série de discos chamada Non stop dancing. À frente de uma orquestra – num estilo que lembrava um Ray Conniff ainda mais amalucado – ele comandava versões festivas, em medleys, de tudo o que estivesse fazendo sucesso no rádio.

O repertório de Last tinha Doo wah diddy, diddy (Manfred Mann), Pretty woman (Roy Orbison), Eleanor Rigby (Beatles) e até Aquarela do Brasil (Ary Barroso). Os discos Non stop dancing prosseguiram até os anos 1980, embora Last tenha continuado gravando (muitos) álbuns até pouco antes de morrer.

E o repertório de Last tinha também – olha só – versões orquestrais de nada menos que Silver machine, clássico barulhento do Hawkwind, Children of the revolution, do T. Rex e School’s out, de Alice Cooper. As três releituras têm aquele mesmo clima lounge-orquestral das gravações de nomões como Franck Pourcel, mas vêm com umas maluquices: efeitos de sintetizador, solos de guitarra, etc. As três saíram no volume de Non stop dancing lançado em 1973.

“Tem como ouvir isso? Deve ser muito legal!” Acabei de achar o disco e esse medley vai entrar no INVISÍVEL desta quinta. Mas se você não quiser esperar até lá, pega aí James Last e sua orquestra botando pra quebrar com as três músicas no programa de TV alemão Star Parade. Olha só como ficou legal Silver machine com metais, guitarras e efeitos espaciais tirados do órgão Hammond.

https://www.youtube.com/watch?v=g503fR3BvVk

“Caraca, muito legal! Fiquei fã!”. Então pega aí James Last ao vivo na BBC em 1976. O maestro brindou o público com versões de Theme from S.W.A.T. (The THP Orchestra), Granada (Agustín Lara) e a tal releitura de Aquarela do Brasil. De nada.

Via Reprobate Magazine.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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