Connect with us

Cultura Pop

Imagens raras do MC5 tocando na Inglaterra em 1972

Published

on

Imagens raras do MC5 tocando na Inglaterra em 1972

Em 1972, o MC5 estava numa situação de ou vai ou racha. O grupo protopunk americano vinha de dois discos malsucedidos gravados para a Atlantic Records (Back in the USA, de 1970, e High time, de 1971), que faziam o possível para atenuar a imagem mais politizada da época do debute Kick out the jams (1969).

O grupo passou boa parte do ano de 1972 mancando: perderam o baixista Michael Davis, afastado por causa da dependência de heroína. Adotaram um pequeno rodízio de baixistas e chegaram a um momento em que só Fred “Sonic” Smith e Wayme Kramer, os dois guitarristas, eram membros de fato do grupo. No último dia do ano, reuniram a formação dos três discos para um show caótico no Grande Ballroom, que outrora havia sido a principal casa de shows de Detroit, terra da banda. E foi onde o MC5 havia gravado ao vivo Kick out the jams e dado altos shows.

E em 11 de fevereiro daquele ano, numa fase de aparente tranquilidade para o grupo, o MC5, em turnê, passava pelo Borough Assembly Hall, em Aylesbury, Inglaterra – numa apresentação que incluía também shows de Skin Alley e Willy Barrett. E ano passado, o guitarrista do grupo, Wayne Kramer, achou imagens da banda tocando ao vivo Tonight neste show.

“O flyer do show afirmava que ‘o MC5 é a banda underground mais pesada da América e é famosa por realmente mostrar isso com um show realmente empolgante e visual’. O ingresso era 65p”, afirmou Wayne no texto do vídeo.

Logo na sequência, o MC5 terminaria e se transformaria numa série de outros projetos, entre eles o Ascension e o Sonic’s Rendezvous Band, ambos comandados pelo guitarrista Fred Smith, que depois se casaria com Patti Smith e até daria um tempo na música. Dennis Thompson (bateria) tocou com bandas como New Race e The New Order (não é o grupo de Manchester, evidentemente). Wayne Kramer ficou preso por alguns anos por tráfico de drogas, e, ao sair, tocou com uma gama de bandas que incluiu a primeira formação do grupo pop Was (Not Was) e o Gang War, com Johnny Thunders (New York Dolls).

Já Michael Davis tocou em bandas como o supergrupo punk Destroy All Monsters – que incluía integrantes também dos Stooges. E o vocalista Rob Tyner podia ser visto durante os anos 1970 usando às vezes o nome “MC5”, mas também lançou um disco solo pouco antes de morrer.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading
Advertisement