Cultura Pop
Quando fizeram drinques inspirados em David Bowie para uma exposição

David Bowie era chegado a um Museu de Arte Contemporânea – o de Niterói, por exemplo, ele chegou a visitar, numa de suas raras vindas ao Brasil. E o MAC do Canadá recebeu uma exposição de sua vida e obra que ficou famosa, David Bowie is.
Essa mostra, que foi concebida em Londres, no Victoria and Albert Museum, e chegou a vir a São Paulo, ficou em Toronto de 23 de setembro até 4 de janeiro de 2015. Os organizadores reuniram 300 peças do acervo de David Bowie que ajudavam a contar sua história na música e na cultura pop. Em São Paulo, a expo contou apenas com parte do catálogo.
Um detalhe bem interessante foi o cardápio de quitutes inspirados na obra de David Bowie que o bar do MAC de Toronto, o Puck’s Cafe, ofereceu. Se quiser tentar fazer em casa, vai aí: o local colocou no menu itens como Ziggy Stardust Schmaltz (variedade de queijos, cogumelos em conserva, castanha de caju cristalizada, baguete grelhada), Modern Love (tofu defumado e salada de toranja) e Starman Wings (frango frito desossado).
E tem ainda os drinques que o bar tinha colocado à disposição do público. Se estiver na pilha de tentar reproduzir em casa, vai aí: Rock and Roll Suicide (pedras pop vermelhas, rum branco, limonada, purê de framboesa, framboesa), Rebel Rebel (açúcar de gengibre, xarope de mel e gengibre, vinho espumante, tomilho primavera, limão) e China Girl (vodca citrus, chá verde gelado, xarope de jasmim), entre outras iguarias inspiradas nos nomes de músicas de Bowie.

Via Eater
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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