Cultura Pop
Fizeram uma versão de “(Don’t fear) The reaper” só com cowbell

Você já deve ter ouvido (Don’t fear) The reaper, clássico da banda de hard rock norte-americana Blue Öyster Cult. Se nunca ouviu, pega aí.
Lançada em 1976, essa música foi um sucesso tão avassalador na carreira do Blue Öyster Cult que, vários anos depois, em 2000, a turma do Saturday night live fez um de seus esquetes mais legendários zoando o uso indiscriminado do cowbell na música – é aquela peça de percussão que é tocada durante a faixa e que dá o ritmo dela. Por causa disso, a expressão “more cowbell!” virou piada durante vários anos.
O vídeo do “more cowbell” tá aqui, até tirarem do ar.
No vídeo acima, Christopher Walken interpreta o hipotético produtor do BÖC, Bruce Dickinson – que não tem nada a ver com o cantor do Iron Maiden e é o nome de um produtor de verdade dos anos 1970. À revelia do grupo, Dickinson pede ao percussionista Gene Frenkle (Will Ferrell) que toque mais alto e “explore o estúdio” – o que dá a deixa para Ferrell dançar descontroladamente pela sala tocando a peça de percussão.
Era tudo zoação, já que o produtor do Blue Öyster Cult na época não era Bruce, e sim David Lucas. Mas tinha seu fundo de verdade, já que Lucas fez a banda desistir da ideia inicial, que era colocar um triângulo como percussão na música, e insistiu para que o cowbell ficasse audível. Lucas produziu o single ao lado de Murray Krugman e Sandy Pearlman (que depois produziria o Clash). E há até hoje controvérsia sobre quem tocou o instrumento: ele diz que foi ele mesmo, o baixista Joe Bouchard diz que Lucas pediu a seu irmão, o baterista Albert Bouchard, que tocasse…
Olha aí Albert Bouchard dando sua versão da história.
O esquete foi produzido para um doc da série Behind the music sobre a banda. Ferrell já havia roteirizado a história havia bastante tempo. Até que fosse ao ar, a ideia foi cantada nas reuniões da equipe umas sete vezes, e aperfeiçoada. Deu certo a ponto de voltar a rolar interesse pelo Blue Öyster Cult, que andava meio sumido, embora estivesse excursionando.
Olha aí a banda tocando seu hit no ano passado. Sim, eles existem até hoje. O vocalista Eric Bloom faz uma referência visual ao cowbell logo na abertura.
E todo esse intróito é só pra dizer que um sujeito com muito tempo livre fez uma versão digital de (Don’t fear) The reaper só com… samples de cowbell. Pega aí.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.




































