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Cultura Pop

Cinderella fazendo comercial de cachorro-quente em 1983: rock farofa pra comer

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Cinderella fazendo comercial de lanchonete em 1983: rock farofa pra comer

Teve isso: em 1983, quando não eram uma banda conhecida e a ondinha do hard rock farofa estava dobrando a esquina, os rapazes do Cinderella fizeram um comercial para um restaurante especializado em cachorro-quente chamado Pats Chili Dogs. E, sim, o comercial é bastante engraçado, com os integrantes posando de superstars fodidos na porta de uma das lojas.

Ao que consta, o Pats Chili Dogs teve dois restaurantes na região da Filadélfia, que ficavam abertos 24 por dia, de fato. Como diz o comercial: “Quando você está com fome, nós estamos preparados!”.

O refrão do tal jingle do Pats Chili Dogs era bem a cara do Cinderella de discos como Night songs, a estreia, de 1986. Olha só Push, push, do primeiro álbum.

 

O vídeo do Cinderella deu aquela viralizada esperta por volta de 2011. Em 2015, a Loudwire foi bater um papo com o cantor do grupo, Tom Keifer, sobre o que era exatamente aquilo. E aí, Tom?

“No começo dos anos 1980, a MTV estava começando e nós éramos apenas uma banda jovem percorrendo o circuito de clubes na Filadélfia. Nós queríamos estar lá, daí mandamos nosso vídeo, que era horrível. Eles jamais tocariam aquilo. Um cara que tinha um restaurante de chili dog perguntou se não faríamos um comercial rock´n roll para eles. Eles iriam comprar espaço de comercial local na MTV, e a luz vermelha acendeu: ‘Opa, vamos estar na MTV!’. Só localmente, mas já era alguma coisa”, disse o cantor, muito sem graça.

Durante a gravação, a banda comeu de graça até 2h, aliás. E ainda ganhou um comercialzinho dentro do reclame: “Compre o novo single do Cinderella, Shake me“. A música tinha até clipe (era o tal que a banda enviou pra MTV).

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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