
RESENHA: Franciscos, no disco Tudo o que eu carrego, estreia com mistura de britpop, indie e rock variado, entre baladas confessionais e alguns grooves setentistas. Texto:...

RESENHA: Em Bonde do baque torto, Miçanga faz rap tenso e experimental, com poemas curtos, críticas sociais e faixas ruidosas que misturam jungle, gabber e referências...

RESENHA: No EP Confusion, Blue Zero mistura noise rock e pós-punk com ecos de Television Personalities, Strokes e J&MC, num EP plural que vai do sombrio...

Eita: quase não tem Radar hoje porque essa sexta-feira tá cheia de novidades (boas). Mas deu tempo, e aproveitamos para falar que no indie rock e...

RESENHA: Em Loved, o Parcels refina seu sophisti-pop com vibes eletrônicas apresentando clima casual, grooves disco relaxados e vocais vintage em faixas leves e dançantes. Texto:...

RESENHA: Sorry faz de Cosplay um jogo pop de citações, referências e ruídos, misturando pós-punk, baladas tensas e homenagens irônicas ao passado. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Guided By Voices revisita demos antigas e aposta em algo próximo do power pop em Thick rich and delicious, disco de 15 faixas que destaca...

RESENHA: Estreia de Lorena Moura, Mata-leão mistura MPB 70/80, blues e psicodelia em faixas delicadas e vintage; um disco agridoce, pop e cheio de identidade. Texto:...

RESENHA: No álbum Big break, o Fun For Freaks entrega punk direto, irônico e anticaretas. Entre porradas, pós-punk e humor ácido, o terceiro álbum mira moralistas...

RESENHA: Shaun estreia unindo glam, 90s e rock BR em faixas que evocam Lou Reed, David Bowie, Rita Lee e Secos & Molhados, entre britpop, reggae,...