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Cultura Pop

Brian Eno: discos dos anos 1970 relançados em vinil

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Brian Eno num clipe raro de 1974

Tem quatro discos solo do produtor Brian Eno, da fase mais clássica de sua carreira, prestes a voltar às lojas em vinil. No dia 4 de agosto saem a estreia “Here come the warm jets” (1974), “Taking tiger mountain” (1974), “Another green world” (1975) e “Before and after science” (1977). Todos retornam em LPs duplos de edição limitada, pela UMC/Virgin EMI e Astralwerks.

Gravados na época em que Eno começava suas primeiras produções (para Ultravox, Talking Heads, Harold Budd, John Cale) os discos têm uma ficha técnica assustadora: Eno contou com músicos como Robert Fripp (guitarra), Phil Manzanera (guitarra), John Wetton (baixo), Phil Collins (bateria), Andy McKay (teclados), John Cale (viola clássica elétrica), Robert Wyatt (percussão). Apesar de vários desses músicos serem conhecidos por seus trabalhos de rock progressivo, o som ficava entre o glam rock e o pré-punk. Se você nunca ouviu nada solo de Brian Eno, é meio milionário e pensa em comprar os vinis porque foi com a cara (compra pra gente também!), pega aí os links que alguém subiu dos dois melhores solos dele desse período: a estreia “Here comes…” e “Before and after science”.

 

https://www.youtube.com/watch?v=YTHzWhw9XWA

Além de seus relançamentos, Brian andou trabalhando num aplicativo para ninguém menos que o Coldplay, junto com seu colaborador Peter Chilvers. O app foi criado especialmente para a nova canção do grupo “Hyptonised”, que sai no próximo EP da banda “Keleidoscope” (previsto para 30 de junho). A ideia é que o aplicativo detecte no ambiente quando a música está tocando, e toque junto uma melodia própria baseada nas notas de piano da canção. O Coldplay recomenda que os fãs usem o app quando forem ao show, porque o resultado vai ser “mágico” (se você não ouviu a música do Coldplay, tá aí embaixo).

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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