Cultura Pop
Oito (oi-to!) lançamentos de David Bowie chegando

Se você é MUITO fã MESMO de David Bowie e dinheiro não é um problema para você, se prepara pra gastar. O cantor já havia deixado muito material póstumo pronto, entre eles o EP No plan, que já saiu. Já saíram caixas retrospectivas como a recente A new career in a new town – que geraram discos remasterizados jogados em streaming. Saiu também um single comemorativo dos 40 anos de Heroes, saiu a versão demo de Let’s dance (para download e streaming), etc. Agora olha o que tá vindo aí.
– Em abril, saem duas reedições: ChangesTwoBowie, coletânea de David Bowie lançada em 1981, e que cobre o período de 1971 a 1980. E Alladin Sane (1973), sexto disco dele, ganha edição em vinil prateado, comemorativa de 45 anos.
– Dia 21 de abril tem nada menos que três discos de Bowie previstos para a Record Store Day 2018. Um deles é Welcome to the blackout (Live London ’78) que tem gravações da famosa turnê Isolar II (que rendeu o disco duplo Stage, recentemente jogado em versão remasterizada em streaming). Ao contrário de Stage, que têm gravações feitas nos EUA, o disco novo – o próprio nome já diz – pega músicas gravadas no Earls Court de Londres em 30 de junho e 1 de julho de 1978.
– Complementando o trio de discos, tem também um single de 12 polegadas que inclui a primeira versão completa de Let’s dance. E a primeira edição comercial de Bowie now, disco promocional feito para lançamento nos EUA em 1978, composto por faixas de Heroes e Low, de 1977.
– Tem mais: na sexta (2) o Brooklyn Museum passou a abrigar a exposição David Bowie is, e vai vender vinil exclusivo para quem for à expo. O fãs podem comprqr uma reprodução de 7 polegadas do single Time/The prettiest star (1973), um mini-LP chamado Live in Berlin (1978) com oito gravações do show de Bowie por lá em 16 de maio de 1978, e uma reedição de vinil da compilação iSelect, de 2008. Todos esses materiais estão na loja de presentes do museu até 15 de julho, que é quando encerra a exposição.
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Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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