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Cultura Pop

Bee Gees, aquele quinteto psicodélico, em 1968

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Bee Gees, aquele quinteto psicodélico, em 1968

Não parece de jeito nenhum, mas o quinteto do vídeo que aparece aí embaixo é os Bee Gees. E eram eles em 1968, ano em que o grupo dos irmãos Gibb prosseguia firme no projeto de dominação mundial, e já eram artistas da Polydor na Inglaterra.

Na época, tinha mais gente na turma. A formação clássica de Barry, Maurice e Robin Gibb – que cantavam e dividiam guitarras e teclados – era complementada pelo guitarrista Vince Melouney e pelo baterista Colin Petersen. Os dois duraram por lá até 1970, um ano tão confuso para a banda que, por esses tempos, até Robin Gibb saiu para fazer carreira solo (e voltou depois).

Em 1968, os Bee Gees lançaram dois discos, o bem sucedido Horizontal e o muito bem sucedido Idea.  Esse último ganhou até edição brasileira – a livraria e loja de discos Baratos da Ribeiro, em Botafogo, tinha um exemplar à venda há cerca de um mês. Por causa desse segundo disco, uma parceria entre a German ZDF (canal público da Alemanha) e a RTBF (Bélgica e França) pôs na TV alemã um especial dedicado ao álbum. É o vídeo acima, que além da banda, ainda inclui participações da cantora e atriz inglesa Julie Driscoll, cantando com o grupo Brian Auger And The Trinity.

Bee Gees, aquele quinteto psicodélico, em 1968

A direção era do francês Jean Christoph Averty, um dos maiores produtores de arte pop na TV na época, morto em 2017.  No som, nada de disco music ou voz fininha: o Bee Gees falava mais ou menos grosso no hit romântico Massachussets e fazia pop barroco. Massachussets, por sinal, ganhou, na abertura do programa, um clipe maluco que usa basicamente imagens repetidas do quinteto andando e fazendo micagens, em meio a ilustrações psicodélicas.

Via Voices of East Anglia

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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