Cultura Pop
Aquela vez em que os baixistas dos Stranglers e do Clash saíram na porrada

Nunca foi tarefa das mais fáceis lidar com Jean-Jacques Burnel, baixista dos Stranglers. O músico franco-britânico era faixa-preta de caratê, dava aulas de artes marciais antes dos Stranglers começarem a vender discos e, no segundo show da turnê de seu primeiro disco solo, Euroman cometh (1979), foi visto sentando o braço numa renca de malucos que decidiu invadir o palco (você já leu sobre isso aqui mesmo no POP FANTASMA).
E Burnel comentou certa vez que rolou uma trombada ele e Paul Simonon, baixista do Clash, quando as duas bandas estavam começando. Mais que isso: rolou quase uma batalha campal entre várias bandas, numa ocasião em que os Stranglers abriram para os Ramones no Dingwalls, em Londres. Tudo começou porque (ora bolas), no fim do show dos Stranglers, Simonon cuspiu no palco em que Burnel e seus amigos tinham acabado de se apresentar.
“Naquela época, ele tinha um tique nervoso: ele costumava cuspir no chão. Ele fez isso exatamente quando saímos do palco. Bati nele e tudo começou. Fomos jogados fora pelos seguranças e ele continuou no pátio. De um lado estavam os Pistols, o Clash, os Ramones e um monte de amigos jornalistas. Do outro lado estávamos nós, alguns fãs e eu, cara a cara com Paul. Dave Greenfield (o tecladista dos Stranglers) colocou John Lydon contra a van de sorvete”, contou Burnel num papo com The Guardian.
Se você está estranhando a presença de uma van de sorvete no equipamento de palco de um show punk, no POP FANTASMA você encontra um texto em que lembramos da época em que Jet Black, baterista dos Stranglers, sustentava a banda vendendo sorvetes. Um tempo depois, Burnel disse que soube que a briga foi presenciada por Joe Strummer (voz, guitarra, Clash) e Hugh Cornwell (voz, guitarra, Stranglers), que falaram um para o outro: “Acho que seu baixista está tendo algo com o meu baixista”. Seja como for, até o momento, a versão de Burnel é a que costuma aparecer por aí e está contada em alguns textos pela internet. Simonon aparentemente nunca falou do assunto.
Via Far Out
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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