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Cultura Pop

Aquela vez em que Anthony Kiedis tomou porrada de uma namorada em pleno palco

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Aquela vez em que Anthony Kiedis tomou porrada de uma namorada em pleno palco

Quem leu Scar tissue, biografia de Anthony Kiedis, vocalista dos Red Hot Chili Peppers, sabe: ao contrário da saga do rockstar que fica rico, famoso e realiza seu sonho de comprar todas as drogas caríssimas com as quais sempre sonhou, a vida da banda californiana era uma roda viva de substâncias ilegais de alto calibre desde cedo. Recém-saído da adolescência, Kiedis passava dias e dias sem comer e sem dormir, entupido de heroína. E já havia passado por programas de reabilitação.

O começo da banda também foi marcado por um enorme caos e por muita indefinição musical – a começar pelo fato do primeiro álbum ter sido produzido por Andy Gill, guitarrista da Gang Of Four. Kiedis era muito fã da estreia da Gang, Entertainment! (1979), mas isso não queria dizer que os RHCP e o músico iriam conseguir trabalhar direitinho em estúdio e que os objetivos da banda e do produtor não iriam se chocar bastante. Pressionado no estúdio, o vocalista se afundava nas drogas e desaparecia do trabalho por vários dias.

Os relacionamentos amorosos de Kiedis também rolavam num clima completamente maluco. O cantor se “casava” de uma hora pra outra com algumas namoradas, mais por estar em busca de um lugar para dormir e de companhia para emburacar. Rolavam traições de ambos os lados, novas namoradas apareciam, etc etc. Uma das namoradas que ele arrumou pouco antes da gravação do disco foi uma menina chamada Jennifer, com quem viveu situações absolutamente vida-louca. Ainda que Kiedis estivesse longe de ser um namorado fiel e até acumulasse relacionamentos paralelos, ele ficou extremamente puto quando descobriu que Jennifer havia passado uma noite com um conhecido seu – Chris Fish, tecladista do Fishbone.

Kiedis terminou tudo com a menina, mas o casal ainda acabou tendo outros enroscos. Que acabaram dando em muita dor de cabeça e ciumeira – como no dia em que o cantor deixou a ex-namorada puta da vida e acabou levando umas porradas dela no palco do Roxy, em Los Angeles. Você vê essa cena lá pra 3:10 no vídeo abaixo.

Os RHCP foram convidados para tocar numa noite em homenagem a Jimi Hendrix, num show beneficente no Roxy, no qual dividiriam o palco com (adivinhe só) o Fishbone. Kiedis tinha proibido Jennifer de fazer backing vocal para a banda do músico que lhe aplicara um chifre, mas não viu problemas em tocar ao lado deles. Pior: mesmo sabendo que a ex estava na plateia, não viu problemas em chamar uma garota hippie seminua para fazer uma coreografia sexy com ele no palco. Jennifer invadiu o palco, sentou a mão na cara da menina e a tirou de lá, pulou em cima de Kiedis e foi chutando sua bunda até ele sair de cena. “Eu tentava evitar os golpes sem parar de cantar”, depôs, no livro Scar tissue.

As cópias em VHS do show inteiro dos RHCP, na época, viraram item cult na cena californiana. Mas não o suficiente para fazerem de Red Hot Chili Peppers, o primeiro disco, um sucesso. A EMI, primeira gravadora da banda, ignorou-os por alguns anos e só acordaram na época do disco Mother’s milk (1989), pouco antes do quarteto ir para a Warner.

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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