Cultura Pop
Alfred Langevin: aquele cara que, er, fumava pelos olhos

Se você tem nervoso com qualquer coisa que envolva, hum, partes delicadas do corpo de um ser humano, nem olhe para este post. Afinal o assunto aqui é um sujeito chamado Alfred Langevin, que viveu parte da vida em Detroit, no Michigan, e morreu em fevereiro de 1974 aos 89 anos. E fumava pelos olhos.
Por causa dessa habilidade tão sui generis, Alfred fez parte, entre 1933 e 1940, do Odditorium de Robert Ripley, o criador da coluna de jornal Believe it or not – que anos depois virou aquele programa de TV de mesmo nome, exibido no Brasil pela Rede Manchete como Acredite se quiser.
Langevin (que era mais conhecido como, ora bolas, The Eye Smoker) não era cego. Os olhos dele funcionavam perfeitamente bem. Mas o fato é que, por alguma razão, ele conseguia usar a órbita ocular para atividades incomuns, como fumar cachimbo e encher balões de gás (!).
"He smokes through his eyes" – Alfred Langevin AKA the "Eye Smoker," could smoke a pipe, play a recorder, smoke a cigarette, and even blow up a balloon through his eye. He died in 1974 aged 89. pic.twitter.com/xvp38sB0Po
— Flashbak.com (@aflashbak) October 11, 2019
Um textinho do site The Human Marvels garante que não há muita explicação para o fato de Alfred fumar pelo olho. Talvez seja uma anomalia no desenvolvimento da glândula lacrimal. E se for isso, é o mesmo defeito que criou uma das categorias mais malucas do Guinness Book: a do recorde de quem esguicha mais leite pelos olhos. Um sujeito chamado Mike Moraal, do Canadá, conseguiu atingir 8.745 pés de distância em 2001. Vai tentar também?
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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