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Cultura Pop

Aquela vez em que fizeram um musical infantil com as músicas do Abba

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Aquela vez em que fizeram um musical infantil com as músicas do Abba

“E se a gente fizesse um especial de TV infantil cheio de paródias numa homenagem à música do ABBA?”, deve ter sido o que se passou pela cabeça dos compositores franceses Alain e Daniel Boublil em 1983.

A dupla de irmãos trancou-se num estúdio e saiu de lá com Abbacadabra, o tal (enfim) especial infantil cheio de paródias numa homenagem à música da banda sueca. Que, por aqueles tempos, ainda nem podia ser considerada um grupo oficialmente acabado. A última aparição do quarteto na TV havia sido em dezembro de 1982 no The late, late breaksfast show, da BBC. Nenhum dos integrantes tinha dado nenhuma entrevista falando a respeito do fim do grupo, embora os casais já estivessem separados e a banda não fizesse mais shows.

Abbacadabra era, digamos, um tributo oficializado pelo ABBA. Ou algo por aí. Frida Lyndstad até fazia uma participação rápida. A ideia do especial era mixar a obra da banda com o imaginário infantil. A história do filme trazia referências a contos de fadas clássicos, como Bela Adormecida, Branca de Neve, Cinderela e outros. Entre as participações, uma curiosidade era a presença de Plastic Bertrand, roqueiro punk-new wave francês – aquele do hit Ça plane pour moi.

Na hora de incluir as músicas no especial de TV, I’m a marionette virou Lâchez mes cassettes (Largue minhas fitas), Take a chance on me virou Abbacadabra, I wonder virou Imagine-moi (Me imagine), Super trouper virou Tête d’allumette (Cabeça de fósforo) e foi por aí. Esse especial de TV ganhou até uma trilha sonora lançada pela Warner francesa. Olha aí uma playlist com algumas músicas.

Olha a participação da Frida aí. Sim, as crianças apareciam num cenário que lembrava a nave de Plunct plact zum, o especial da Globo.

“Tá, mas e o especial?”, você já deve estar perguntando. Tá aí. Depois saiu uma versão em inglês, que virou até um musical de palco.

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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