Cultura Pop
Parece o A-Ha cover, mas é o embrião do grupo, em 1981, na primeira versão de Take on me

O vídeo abaixo lembra aquela vez em que seu vizinho montou uma banda para estragar clássicos dos anos 1980 – e decidiu começar a tortura com Take on me, do A-Ha. O problema é que se trata do próprio A-Ha tocando a música.
https://www.youtube.com/watch?v=tb_d9Zn99n8
Ou melhor, era o Bridges, grupo fundado pelos futuros A-Ha Pål Waaktaar (guitarra) e Mags Furuholmen (teclados) em 1976, ao lado dos colegas Erik Hagelien, Øystein Jevanord (ambos bateristas em diferentes fases da banda) e Viggo Bondi (baixo). O nome da música ainda não era Take on me, era The juicy fruit song. Isso foi gravado numa demo em 1981 e nunca foi lançado num disco da banda.
Esse aí é o único LP do Bridges, Fakkeltog, lançado em 1980.
https://www.youtube.com/watch?v=ZnaDiNDAnfM
Por pouco, a melodia que depois seria a de Take on me não foi parar numa música chamada Paranoia panorama, que sairia no segundo e nunca lançado disco do Bridges. Só que Morten Harket, grande fã do Bridges, se juntaria a eles e a banda passaria a se chamar A-Ha – e, como disse Furuholmen num papo com o The Quietus, o novo vocalista achou que o riff da canção merecia um fim melhor.
“Foi a primeira coisa que ele disse: ‘Esse é um riff de sucesso. Temos que fazer algo com isso’. E então começamos a procurar músicas cativantes. Lembro de falar com Pål sobre isso. Ele disse: ‘Podemos fazer músicas realmente atraentes. Por que não devemos fazê-lo?’ Foi a constatação de que – apenas seis meses sem conseguir nada no Reino Unido, com portas batendo nos nossos rostos – nos fez afiar as ferramentas nessa direção”, contou.
Isso aí é a primeira demo de Take on me já como A-Ha, Lesson one, de 1982.
Isso é a demo da música gravada em 1983.
Olha a versão gravada em 1984 aí, com um clipe que não é o que você provavelmente conhece. E que não agradou muito à banda. “O vídeo era suave demais, até nos fez pensar: ‘É melhor não fazer nada do que fazer merda'”, contou Furuholmen.
Tá aí o que você queria: o clipão de Take on me, versão oficial.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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