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Cultura Pop

A última entrevista de Ian Curtis

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Ian Curtis, vocalista do Joy Division, estaria completando 65 anos (!) nesta quinta (15). Vão aí algumas questões fundamentais: como ele estaria hoje? Estaria saudável, dando entrevistas, mais aliviado dos problemas pessoais que acumulava? Que tipo de música estaria fazendo? Estaria ainda fazendo som com os colegas do grupo? A quem ele apoiaria politicamente?

Mais ainda: o Joy Division faria a transição para uma música mais ensolarada com Ian nos vocais? Ou não seria possível fazer isso? Haveria uma “nova ordem”, mesmo que não com esse nome, tendo o cantor de She’s lost control como frontman?

>>> Veja também no POP FANTASMA: Ian Curtis (Joy Division) na festinha de escritório

Enquanto você pensa sobre o assunto, pega aí a chamada última entrevista de Ian Curtis. Ela foi feita em 28 de fevereiro de 1980, antes do show do grupo no Preston Warehouse. O papo foi realizado para um programa da BBC Radio Blackburn chamado Spinoff. No fundo, aparece até o resto da banda fazendo passagem de som. Em 1988, a BBC Manchester exibiu o papo com trechos que haviam sido cortados na primeira exibição.

O site Post-Punk.com publicou esse papo tem um tempinho e até fez uma transcrição (leia tudo aqui). Ian, que estava ainda nas gravações do disco Closer (o segundo e primeiro póstumo do grupo), declarou que o JD tinha a tendência de ficar longe dos outros grupos da Factory, mas que gostaria de bater papo com outras bandas da cidade.

“Eu não ouço muito material new wave, eu costumo ouvir coisas que costumava ouvir alguns anos atrás, mas singles meio estranhos”, contou Ian, que se disse fã de “grupos antigos da Factory” como Section 25 e A Certain Ratio. Ele também vinha ouvindo Bauhaus, então uma banda novíssima que tinha só dois singles, Bela Lugosi’s dead e Dark entries. Aliás, o próprio Post-Punk diz que Ian iria sair rapidamente das gravações de Closer para conferir o Bauhaus ao vivo.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando os fãs do Joy Division quase cancelaram Closer

Uma das perguntas feitas a Ian Curtis era sobre onde o JD iria parar dentro de algum tempo. “Eu só quero continuar do jeito que estamos, eu acho. Basicamente, queremos tocar e desfrutar do que gostamos de tocar. Acho que, quando pararmos de fazer isso, será a hora de fazer as malas. Será o fim”, afirmou. O relacionamento com a Factory, ele dizia que era bom porque era tudo dividido, e a gravadora não pressionava a banda. Aliás, dava uma rédea longuíssima que apavoraria qualquer diretor de selo independente de 2021.

“Eles estão sempre procurando o próximo grupo para o próximo grande acontecimento, para trazer as vendas de discos e para eles promoverem e tudo mais. Mas a Factory apenas assina quem eles querem, colocam os discos por quem eles querem, empacota como eles querem. Funciona dessa forma. Você pode ter uma espécie de surto de três singles e não lançar mais nada nos próximos seis meses”, contou.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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