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Cultura Pop

Velvet Underground: fizeram um clipe colorido de Beggining To See The Light

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Surgiram imagens coloridas do Velvet Underground em 1969

Surgiram, como você viu há alguns dias numa porrada de sites e também no POP FANTASMA, imagens coloridas do Velvet Underground em sua segunda mais famosa formação – a que substitui John Cale por Doug Yule. As imagens foram feitas em 1969, quando a banda estava tocando num evento de protesto contra a Guerra do Vietnã em Dallas. Os filmes estavam entre “centenas de bobinas não marcadas, não identificadas ou danificadas” na Coleção G. Williams Jones Film & Video, um arquivo da Universidade Metodista do Sul de Dallas, Texas.

E tem mais novidade agora: o pessoal de uma loja online chamada Past & Present, que faz relógios de parede decorativos usando CDs como mostradores, resolveu incrementar seu canal do YouTube dando uma bela editada num dos tais vídeos coloridos do Velvet Underground e fabricando seu próprio clipe da banda.

Primeiro, repararam que boa parte de um dos vídeos era composto de uma gravação (sem áudio) de Beginning to see the light, música do terceiro disco do grupo, The Velvet Underground, de 1969. Depois, remexeram nas imagens do filme e juntaram tudo com o áudio da canção como foram gravadas pelo Velvet em 1969 no Matrix, em San Francisco, Califórnia. Por acaso vai sair em vinil pela primeira vez o box The complete Matrix tapes,  com essas gravações – você já leu sobre isso aqui.

O resultado dessa trabalheira, você confere aí embaixo. Parece um clipe “de relançamento” feito por uma gravadora e tem um acabamento que, engana daqui, engana dali, parece coisa de profissional.

https://www.youtube.com/watch?v=cYaO-F4dCRw

Ah, sim, eles já tinham feito coisa parecida com um vídeo de Venus in furs, repleto de imagens do Velvet no palco, no comecinho da carreira.

https://www.youtube.com/watch?v=4Rf5SoUiftk

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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