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Cultura Pop

E o Uri Geller, que previu Trump na presidência dos EUA?

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E o Uri Geller, que previu Trump na presidência dos EUA?

https://www.youtube.com/watch?v=paf00pkEa9k

Em “Senhor tempo bom”, rap de Thaíde e DJ Hum que fala sobre a chegada do mundo black à cultura pop dos anos 1970 no Brasil, uma das lembranças citadas é “Uri Geller entortando garfo na televisão”. O ilusionista israelense virou mania na TV brasileira nos anos 1970. Aparecia tanto no “Fantástico” (mais ou menos como aconteceria duas décadas depois com o “príncipe negro dos sortilégios” Mister M) que ganhou até um programa próprio na Globo, transmitido ao vivo, direto do Teatro Fênix, no Rio de Janeiro (em 15 de julho de 1976), e do Teatro Globo, em São Paulo (em 1º de agosto). E já era figurinha fácil nas estações de televisão lá de fora, especialmente após enfrentar o “ilusionista cético” James Randi no “Tonight show”, de Johnny Carson. Mas se você achava que ele andava sumido, vai aí uma notícia para você.

E o Uri Geller, que previu Trump na presidência dos EUA?

Geller, que já figurou num documentário da BBC como “agente psíquico da CIA” (supostamente recrutado pelo serviço de inteligência de Israel e lotado no México), diz ter previsto que Donald Trump se tornaria presidente dos Estados Unidos – coisa que, enfim, realmente fez em sua página do Facebook, com um post publicado no dia 14 de setembro de 2016, baseado na significância histórica de lugares, pessoas e eventos que incluem o número onze. Aqui tem um artigo dele explicando melhor isso.

E o Uri Geller, que previu Trump na presidência dos EUA?

E o Uri Geller, que previu Trump na presidência dos EUA?

Nem todo mundo ficou feliz com a previsão

Aqui no Brasil, apesar da fama que Geller teve nos anos 1970, ninguém se preocupou muito em ver o que é o ilusionista, hoje com 70 anos (completados em dezembro), pensava a respeito do assunto. Ele faz questão de afirmar que a previsão ia contra todas as pesquisas que já davam Hillary Clinton como eleita e que muita gente riu quando leu sobre o assunto. Também contou que em 2014 ele já havia encontrado Theresa May, hoje primeira-ministra da Inglaterra, e tinha dito a ela que ela ganharia o cargo.

Se você morre de saudades de Geller, pega aí ele quebrando uma colher e, para alegria de Thaíde, entortando talheres na televisão, no tal especial da Globo. A atriz ao lado dele é Maria Fernanda, que ajudou a apresentar o tal especial da Globo ao lado de Hilton Gomes.

https://www.youtube.com/watch?v=-jZ5jeB7fmQ

 

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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