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Cultura Pop

Uma gravadora está lançando os Discos de Ouro da nave Voyager

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Discos de Ouro da nave Voyager

Se você era fã de ficção científica, tecnologia ou astronomia nos anos 1970 (ou acompanhava os descaminhos da Guerra Fria na época), o nome Voyager provavelmente faz sentido pra você. O programa científico norte-americano, criado para vasculhar o Sistema Solar externo, previa o lançamento de duas naves, Voyager 1 e Voyager 2, em 1977. As duas estão por lá até hoje, monitorando tudo, fazendo fotografias e tirando medições científicas dos planetas. E ambas levavam um presentaço para os planetas distantes: dois LPs dourados que deveriam ser tocados em 16 rotações por minuto e que traziam imagens e sons da Terra. O material teve curadoria de uma equipe chefiada pelo astrônomo pop Carl Sagan e, entre as faixas de áudio, tinham de tudo. Cumprimentos em 55 idiomas, “sons da Terra”, ruídos de baleias, Melancholy blues, com Louis Armstrong, Johnny B. Goode, com Chuck Berry (e quase teve Here comes the sun, com os Beatles, mas a EMI não liberou)…

As fotos saíram em 1978 num livro chamado Murmurs of Earth: The Voyager Interstellar Record. Todo o material, em som e imagem, chegou a público em 1992 num CD-ROM lançado pela Warner New Media. Uma pessoa pegou vários desses áudios e fez uma série de vídeos no YouTube. Olha aí.

https://www.youtube.com/watch?v=Bhuq9rNO_FQ&list=PLA5Z0m2JKyVJUgkMG08WP8KsAvLrjfkjP

Um selo chamado Ozma Records está próximo de realizar os sonhos de muitos fãs das histórias da Voyager: fez um crowdfunding para financiar o lançamento em vinil das canções dos LPs das duas naves espaciais. Já rolou a vaquinha e o material daqui a pouco sai. Olha aí, ó.

https://twitter.com/billytrhinonyc/status/896994514543538180

O material já está em pré-venda e chega até o Natal. Você pode escolher entre a versão CD duplo e LP triplo – em ambos os casos, o set vem com um livro trazendo todas as imagens contidas no disco, as fotos transmitidas pela Voyager na época e um texto assinado por Timothy Ferris, produtor do disco dourado original.

E, detalhe, a própria Nasa jogou o material de áudio dos dois discos no Soundcloud. Boa viagem.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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