Cultura Pop
Uma conversa franca com Ozzy Osbourne sobre sexo na TV

Teve aquela vez em que ninguém menos que Ozzy Osbourne debateu na televisão sobre como se virava com as groupies, como era o sexo com sua mulher Sharon e como eram as camisinhas coloridas que vendiam em seu país, a Inglaterra. Enfim, foi em 2 de maio de 1986, quando o roqueiro sentou-se para um papo com a sexóloga Ruth Westheimer – comentarista veterana de assuntos sexuais em programas de TV, vivíssima aos 91 anos – no programa da NBC Friday night videos.
Logo no começo da conversa, Ozzy inverte os papeis e pergunta para a dra. Ruth como é ser uma sexóloga e como é o papo sobre sexo em sua família. Não era bem um problemão: a dra. Ruth garantiu que quase não falava disso em casa, porque já passava o dia falando de sexo no trabalho.
“Mas o trabalho como terapeuta sexual é muito excitante, porque eu passo o dia tendo que visualizar o que as pessoas fazem em suas camas e isso não é de todo ruim”, brinca. “E eu posso ajudar as mulheres a atingirem o orgasmo sem fazer nada”. A doutora também lembra que certa vez sugeriu a um cliente que usasse apenas um chapéu e uma gravata na sua noite de núpcias, para impressionar a esposa. “E o cara me perguntou onde ele deveria usar o chapéu”, contou, para a alegria de Ozzy. Um tempo depois, a terapeuta chegou a declarar que jamais teria recebido Ozzy lá se soubesse que ele era famoso só por morder a cabeça de um morcego durante um show.
O enrosco de Ozzy com a Dra. Ruth começou em abril de 1986, quando a revista Spin juntou Ozzy e Dr. Ruth para uma conversa que trouxe até fotos dela sentada no colo do roqueiro.

O papo dos dois pode ser lido na coleção da Spin que está no Google Books, e abre logo com a informação de que Ozzy sempre tinha sido um fã da médica, enquanto ela nunca havia ido a um concerto de rock. O ex-Black Sabbath estava numa de suas recorrentes fases caretas e garantia que a cocaína chegava até ele por causa das facilidades da vida de roqueiro. “Você tem todos os dealers a seu redor. É parte da fantasia, e você vive um certo padrão em sua vida por causa dessa fantasia”, relata.
O cantor, que teria comportamentos extremamente agressivos em relação à sua mulher Sharon em alguns momentos, dizia que a esposa havia mudado sua maneira de ver a vida. Também tirou a camisa para mostrar todas as suas tatuagens para a sexóloga, que ficou meio desesperada com a situação.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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