Connect with us

Cultura Pop

Um documentário sobre o sucesso de Aretha Franklin em 1968

Published

on

Um documentário sobre o sucesso de Aretha Franklin em 1968

Em 1968, a ABC News decidiu mostrar num pequeno documentário quem era, de onde havia vindo e como vivia um dos fenômenos musicais da época: Aretha Franklin. Aos 26, um ano após trocar a Columbia pela Atlantic (e deixar o gospel de lado para iniciar carreira na música secular), ela vivia uma fase de sucesso estrondoso graças ao hit “Respect”, composto por Otis Redding, mas transformado por ela em hino feminista e protesto por direitos civis. E também graças a discos como “I never loved a man the way I love you”, que fez 50 anos hoje

A explosão do soul é tratada como suprema novidade pela produção da reportagem – que define o estilo como “ponte entre a religião e o entretenimento”. Para mostrar as origens de Aretha e de seu som, a turma da ABC vai atrás do pai dela, o pastor C. L. Franklin, que fala sobre as origens do gospel e do soul e apresenta a filha famosa durante um culto – dizendo que “ela é ainda uma grande cantora gospel”.

Um documentário sobre o sucesso de Aretha Franklin em 1968

A equipe da ABC tem também uma conversa pra lá de constrangida com a cantora e seu então marido e empresário Ted White, com quem vivia um casamento tumultuado, repleto de brigas e violência doméstica. O casal se divorciaria em 1969. Esse período difícil na vida da cantora ocupa várias páginas da biografia “Respect: The life of Aretha Franklin”, escrita por David Ritz (e que Aretha classifica de “lixo”).

Um documentário sobre o sucesso de Aretha Franklin em 1968

Na época do vídeo, Aretha não parava: gravava de dois a três discos por ano, lançava vários singles, excursionava sem parar e ainda ganhava homenagens. Logo no começo do vídeo, ela aparece ganhando um prêmio da revista “Cash Box” pelo primeiro lugar na parada de singles em 1967. Na cerimônia, com direito à presença do Pastor Martin Luther King – que morreria em abril daquele ano – é instituído o Dia de Aretha Franklin em Detroit (16 de fevereiro).Ela aparece também cantando gospel na igreeja do pai, e gravando sob a produção do lendário Jerry Wexler o que seria o disco “Lady soul”, lançado em fevereiro daquele ano. Aretha aparece cantando “Chain of fools”, “(You make me feel) Like a natural woman” e outros hits. O final da reportagem, com a cantora ensaiando com suas vocalistas e depois cantando ao vivo o hit “Respect”, é imperdível e emocionante.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading
Advertisement