Cultura Pop
The Kids: punk belga que poderia ter rivalizado com Sex Pistols

A banda punk belga The Kids poderia ter sido o maior concorrente dos Sex Pistols. Foi lançada até pela Philips, gravadora parente da Virgin, que tinha lançado os Pistols. Não rolou, infelizmente.

O grupo tem lá suas vantagens numéricas: gravou seis álbuns entre 1978 e 1985 – só em 1978, foram dois álbuns seguidos, The Kids e Naughty kids. Teve um retorno em 2004 e estão aí até hoje. O site da banda indica que a agenda do The Kids, que circula por aí tendo apenas o líder Ludo Mariman (guitarra e voz) como integrante da formação original, prossegue com shows até 28 de setembro, quando tocam na Espanha. Nada mal para uma banda cujos integrantes não sabiam – de acordo com o próprio Mariman nesse papo aqui – tocar rigorosamente nada.
The Kids na época dos primeiros discos eram “garotos” mesmo. O baixista Danny De Haes tinha 12 anos quando a banda foi fundada (por ele, seu irmão Eddy na bateria, e Mariman). O grupo nem sequer conseguia tocar em algumas casas de shows por conta disso. A sonoridade do trio tinha surgido de uma viagem de Mariman a Londres, quando viu bandas como Sex Pistols e Eddie & The Hot Rods. Detalhe que o músico assumia a influência dos Ramones – com quem, de fato, podem ser mais comparados até do que com os Pistols.
“Sabia que nós tínhamos essa mesma música dentro de nós. Tecnicamente nós poderíamos lidar com isso, porque você não tem que dominar os instrumentos para tocar música punk”, contou Mariman. Antes da música, Mariman foi jogador de futebol no Royal Antwerp, da região da Antuérpia. O time pertencia a uma agência de viagens marítimas e, por acaso, o músico também trabalhou como mecânico de navios – aliás os irmãos De Haes também trabalhavam no porto.
O primeiro disco dos Kids carregava MUITO na ironia e no discurso destruidor em músicas como Fascist cops, Do you love the nazis e Bloody Belgium. Olha aí.
Uma música do disco que você vai querer ouvir bastante: I wanna get a job in the city.
Olha eles aí, tocando I wanna get a job em fevereiro do ano passado, num show em Berlim.
O primeiro disco dos Kids, aliás, tinha também um I don’t care, como os Ramones no clássico Rocket to Russia (1977).
Já o segundo disco, Naughty Kids, deve ter ofendido muita gente por causa de Jesus Christ (Didn’t exist).
https://www.youtube.com/watch?v=R0zCTWMPMlY
A alegada primeira aparição deles na TV da Bélgica está no YouTube.
Já isso aí é Ludo Mariman virando artista solo em 1985.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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