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Cultura Pop

Os Doors estão mandando tão bem no Instagram que nem parece que a banda acabou

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Os Doors estão mandando tão bem no Instagram que nem parece que a banda acabou

Se todo Instagram de artista fosse igual ao dos Doors, manter os fãs entretidos e interessados – e cativar as novas gerações – seria trabalho diário de muita gente. E muita empresa que trabalha em redes sociais ganharia prêmio Profissionais do Ano. Os Doors, com idas e vindas para shows com convidados, existem/não existem desde os anos 1970. E perderam sua faceta mais “pública”, o vocalista Jim Morrison, em 1971. Mas como os integrantes ainda vivos estão lançando um DVD histórico da banda (gravado ao vivo na Ilha de Wight em 1970), sempre tem material na rede social do grupo. E o que é postado lá vai muito além de “qual é sua música preferida do disco tal?”. Olha aí.

Entre as atrações, tem um trechinho do vídeo do projeto Blank On Blank, que produz animações com entrevistas de personalidades históricas. Em 6 de novembro de 1969, Jim Morrison bate um papo com Howard Smith sobre café da manhã, comida, fome, e pergunta: “Qual é o problema de engordar? O que há de errado com isso?”.

https://www.instagram.com/p/BfbiZ83j9nF/?taken-by=thedoors

Aqui, você confere um vídeo exclusivo da banda para o lançamento do DVD da Ilha de Wight. E aqui e aqui, um encontro recente do baterista John Densmore, dos Doors, com amigos como Carlos Santana e George Laks no Museu da Cultura Pop em Seattle, durante a entrega para a banda do Founders Award – dado a bandas e artistas com contribuição pica das galáxias para a história da música. Na ocasião, tocaram Break on through.

Os Doors continuam rendendo camisetas legais. Olha essa aí.

Os Doors estão mandando tão bem no Instagram que nem parece que a banda acabou

Foto rara de Jim Morrison, que saiu originalmente num perfil da Life.

Os Doors estão mandando tão bem no Instagram que nem parece que a banda acabou

Jim Morrison na paisagem urbana: na traseira de um ônibus escolar e num prédio, ambos em Venice, Califórnia, lugar de origem do grupo.

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Não esqueceram nem do aniversário de casamento de Robby Krieger, guitarrista do grupo.

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Os portas na porta.

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Cartaz psicodélico de um show do grupo, ao lado do Jefferson Airplane.

Os Doors estão mandando tão bem no Instagram que nem parece que a banda acabou

Saiu uma reedição em vinil do segundo disco dos Doors, Strange days (1967), com uma carta assinada pelos integrantes vivos do grupo, Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). Quem recebeu a missiva, ficou felizinho.

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O saudoso tecladista do grupo, Ray Manzarek, se posicionando.

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Confira mais aqui.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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