Cultura Pop
The Art Of Tripping: um documentário sobre o uso criativo de drogas

The art of tripping, documentário definitivo sobre as relações entre arte e drogas psicodélicas, já esteve disponível no YouTube outras vezes – numa delas, muito bem legendado. Quem quiser assistir ao doc idealizado e dirigido por ninguém menos que Storm Thorgerson, um dos cabeças da empresa de design Hipgnosis (a de capa clássicas do Led Zeppelin, Pink Floyd e outros) ainda encontra o filme dividido em dois arquivos no site, mas sem nenhuma legenda.
Vale treinar o inglês ou arrumar alguém que saiba o idioma para ajudar na tradução: é o melhor documentário sobre como o uso de drogas vem afetando a arte desde antes do nascimento da cultura pop. Temas como o uso de ópio por parte de pintores e escritores estão na lista de assuntos, sempre comentados por gente que estuda muito a respeito de arte e drogas: escritores, neurofarmacologistas, parentes de Aldous Huxley (a viúva e o sobrinho do autor de Admirável mundo novo) etc.
Em certos casos, a ausência de escritores que já morreram, como Thomas de Quincey e Edgar Allan Poe, é suprida por atores. Detalhe que o documentário inteiro é feito num prédio, mostrando o vai e vem do elevador e a chegada a salas e andares. Uma curiosidade é que, para pelo menos dar uma ideia básica do uso criativo das drogas, cada tipo de substância mereceu uma iluminação diferente, ou cenários personalizados.
The art of tripping (cuja trilha sonora é de autoria de ninguém menos que David Gilmour, guitarrista do Pink Floyd) já é material oldies: foi exibido em 1993 no Channel 4 (Reino Unido) pela série Without walls, que levava documentários ao canal. Hoje seria uma ousadia transmitir um documentário que mostra que até mesmo as drogas, por mais que sejam um tema cheio de tabus, inspiram forças criativas. Fundamental numa época em que o conservadorismo e o reacionarismo estão no poder.
Pega aí.
https://www.youtube.com/watch?v=mmjp-itVni0
https://www.youtube.com/watch?v=MP5oG6onVXs
Via John Coulthart
Veja também no POP FANTASMA:
– O desenho rejeitado da Hipgnosis para os Red Hot Chili Peppers
– Hipgnosis: do Pink Floyd para as revistas de mulher pelada
– Mood Sunglasses: um óculos para quem quer viajar sem LSD
– Cegos têm alucinação quando usam LSD?
– Timothy Leary: um LP de discursos sobre LSD em 1966
– LSD, cachorro quente e um sósia do Alf, O ETeimoso: um filme antidrogas de 1969
– LSD, o disco – sim, isso existe
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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