Cultura Pop
Tem uns clipes do Jorge Ben no Fantástico, em 1974, com vocais regravados

Os fãs esperam que Jorge Ben (Jor) faça um show em que toque todo o repertório de um de seus discos mais significativos, A tábua de esmeralda (1974). Até o momento – e olha que o disco está completando 45 anos – é provável que isso jamais aconteça.
O cantor mantém algumas músicas do álbum em seu repertório. Em março, no Circo Voador, tocou, em momentos intercalados, metade do disco: Magnólia, Eu vou torcer, O homem da gravata florida, Menina mulher da pele preta, Zumbi, Os alquimistas estão chegando.
A tábua de esmeralda não foi um disco que fez um grande sucesso e provocou choro e ranger de dentes na Philips, gravadora na qual Jorge estava quando ele foi lançado. Em 1988, ele explicou à Bizz que quando bateu no departamento de vendas da empresa a notícia de que ele queria fazer um disco sobre alquimia, todo mundo “ficou louco, criou caso. Aí o André Midani (diretor da gravadora) respondeu com uma circular dizendo que o disco não só seria feito, como já deveria ter sido gravado e lançado”.

O álbum acabou botando Jorge para falar em entrevistas sobre assuntos que não eram muito comuns a seu trabalho, como magia, esoterismo, pedra filosofal, alquimia. Provocou interesse em gente que nem costumava ouvir ou falar sobre o trabalho de Jorge. Como os anos 1970 eram uma época em que todo mundo, de uma hora para outra, começou a se interessar por esoterismo, magia, terror, espiritismo e outros assuntos, o vetusto O Globo inaugurou até uma seção esotérica, O círculo mágico, assinada por um cara chamado Davi Barrani. Em 7 de abril de 1974, a coluna avisava que Jorge Ben “está procurando a pedra filosofal. Ele agora só fala em alquimia. E seu livro de cabeceira é o tratado hermético de Hermes Trimegistro”.

O LP percorreu o caminho comum de lançamentos de álbuns na época – e a trilha incluía a gravação de um clipe para o Fantástico. Normalmente esses proto-clipes (eram chamados de “musicais” mesmo) não traziam nada mais do que a imagem do artista cantando, além de uns efeitos especiais meio bizarros e, muitas vezes, um balé.

Ih, rapaz. Fonte: https://revistatrip.uol.com.br/trip/o-homem-patropi
E esse texto todo é só para avisar que dois desses clipes de A tábua de esmeralda estão no YouTube, com Jorge Ben fazendo vocais diferentes do disco. O de Os alquimistas estão chegando tem ligeiras modificações na letra. Atenção para as participações de um grupo de atores fantasiados de magos, parecendo que saíram do clipe de See my baby jive, do Wizzard.
O de O namorado da viúva tem só Jorge tocando violão num estúdio, e os vocais estão também meio mudados.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.








































