Cultura Pop
Tem uma gravadora resgatando a memória recente da música indie nacional

Dedicado à descoberta de novos sons, o site Hominis Canidae já tinha há vários anos a ideia de lançar um selo. Mas o projeto era sempre adiado. Dessa vez, o blog decidiu levar adiante a ideia. Só que a gravadora pretende mesmo é mexer na memória da música independente brasileira.
A Hominis Canidae Rec vem desde julho resgatando discos de bandas como os paraibanos do Ubella Preta (o split gravado ao lado do grupo Jaguaribe Carne e o CD Água de Jamaica, de 2010), os alagoanos do Morra Tentando (Freestyle is our gift, de 2012), os baianos dos Antiporcos (Seguimos no front, de 2017) e vários outros.
“ÁGUA DE JAMAICA” – UBELLA PRETA
“SEGUIMOS NO FRONT” – ANTIPORCOS
“FREESTYLE IS OUR GIFT” – MORRA TENTANDO
A HCRec havia começado o trabalho lançando bootlegs digitais das gravações de shows da edição 2019 do Mar.The Festival, realizado no Piauí. Todo o material está disponível tanto no Bandcamp da gravadora quanto nas outras plataformas. Aliás, para saber o que está rolando, é só dar uma olhadinha no blog do selo.
“Com os bootlegs, resolvemos tocar essa ideia de resgastar sons lançados antigamente e que não foram pros streamings. Em seguida, entram a Ubella Preta, o ZURDO do Rio Grande do Norte e outros que já soltamos no site do selo. Como as pernambucanas Bizouro Verde e a Retrovisores. O selo tinha uma pegada de ser em vinil. Mas com o momento atual de dólar a 5 reais, é impossivel”, conta Diego Pessoa, do Hominis.
“ZURDO” – ZURDO
O “antigamente” de Diego e do selo inclui discos lançados há quase duas décadas, ou coisas de 2005, 2010. Enfim, períodos em que formatos como o CD-R e os serviços de áudio do MySpace e da Trama (lembra?) eram padrões. E por consequência, nem se falava em masters, ainda mais no caso de arquivos que, muitas vezes, eram gravados direto no computador.
“O que está indo para as plataformas são exatamente os áudios originais. Sem masterizar nada. Cinco áudios vieram do rip do CD, uma da master com o artista e dois do Bandcamp. Tem uns quatro ou cinco lançamentos na frente agora que são tirados do Bandcamp”, conta Diego. “Principalmente os sons de Recife, de onde eu sou, são todos de mais de dez anos praticamente. Esses aí estão saindo do CD mesmo, ripados. Ninguém tem nem foto mais direito, que dirá master”, brinca.
Conheça o Bandcamp da gravadora, com todos os lançamentos, aqui.
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– Já ouviu falar da Parayba Records?
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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