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E já tem single novo do Stanley Simmons, “Temporary love”

Curtinha (dois minutos e pouco) e parecendo mais com Simon & Garfunkel do que com Kiss – assim é o novo single do Stanley Simmons, banda formada pelos filhos dos chefões da banda marcarada (Evan Stanley e Nick Simmons, filhos de, respectivamente, Paul Stanley e Gene Simmons). Temporary love, novo single do projeto, traz as harmonias da dupla como atrações principais, lado a lado com dois violões, uma guitarra discreta e uma ambiência bem 60’s.
Apesar de ter saído como o terceiro single a anunciar o álbum de estreia do grupo (Dancing while the world is ending, que sai dia 28 de agosto), Temporary love foi a primeira música composta pelos dois. “Ela foi realmente o que deu início ao Stanley Simmons. É uma música especial para nós”, disse a dupla em um anúncio nas redes sociais. Anteriormente, a dupla havia lançado uma canção folk na cola de Crosby, Stills, Nash & Young (Body down) e um som lembrando nada menos que o Queen (a faixa-título do álbum), ambas acompanhadas de clipes. A nova música ganhou também um vídeo, em que os dois aparecem cantando a música em vários cenários diferentes.
A música já era conhecida de quem acompanhava as redes da dupla: no YouTube, há um vídeo postado no comecinho do ano, em que os dois aparecem cantando a música à beira de uma lareira, numa casa nas montanhas (que chique).
“Há um ano, Stanley Simmons nem sequer passava pela nossa cabeça. Agora, é praticamente a cabeça de todos nós. Estamos incrivelmente orgulhosos do disco que estamos gravando e muito animados para compartilhá-lo com todos vocês”, escreveram num comunicado à imprensa no ano passado. Já Evan Stanley afirmou numa entrevista que tudo surgiu da maneira mais despretensiosa possível.
“Nunca foi para ser um projeto. Nós só queríamos cantar juntos uma vez. Aí ouvimos a gravação e pensamos: ‘Espera aí, isso soa realmente especial’”, contou, respondendo também como é lançar uma banda sendo filho de um integrante do Kiss. “As pessoas se empolgam com os sobrenomes. Mas isso não leva a lugar nenhum. Você não consegue usar contatos para criar algo que realmente emocione as pessoas”.
Aliás, demos uma resumida nos causos do Stanley Simmons aqui.
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Julie Neff: “Trapped”, sobre as dores da endometriose, ganha clipe

Trapped, música nova da cantora canadense Julie Neff, antecipa seu álbum fine., produzido pela brasileira Cris Botarelli (Far From Alaska, Ego Kill Talent). E depois de ter ganhado lançamento exclusivo no Bandcamp, chegou a todas as plataformas e ganhou até clipe.
Com um clima bem intenso e alt-pop, a faixa aborda a experiência da cantora com a endometriose e a adenomiose, doenças crônicas (sem cura, enfim) com as quais convive há mais de 15 anos. A palavra “trapped” (presa, encurralada), inclusive, diz respeito a como ela se sente em vários momentos por causa dessas enfermidades.
“Essa música é sobre se sentir traída pelo próprio corpo, sobre estar presa em um mundo interno cheio de sonhos e aspirações, mas dentro de um corpo que não coopera”, conta a artista que, enfrenta dor intensa, inflamação e uma série de outros problemas de saúde que vêm junto das duas condições.
O clipe da faixa, com direção de Ariane Martineau e fotografia de Josh Kirschner, foi concebido para dialogar com os retornos e recuperações de Julie, que surge dançando e se movimentando num salão enorme – o local é mostrado à luz do dia, e depois se torna um local sombrio conforme a noite chega.
“Eu queria criar um vídeo que captasse essa luta — dos momentos mais escuros até a tentativa de alcançar a luz”, conta Julie. “Assim como em grande parte do trabalho que estou desenvolvendo no álbum, quis usar esse clipe para me ajudar a crescer em um nível pessoal. Contratei uma coreógrafa, Taylor Richardson, que me treinou para dançar e construiu uma coreografia baseada no significado da música. Isso me ajudou a me reconectar com o meu corpo de forma positiva e a expressar ainda melhor os sentimentos por trás da canção”, continua.
A música Trapped, não por acaso, surgiu em um momento em que as atividades mais simples podiam desencadear dias de recuperação. Julie passava por um ponto crítico da endometriose e da adenomiose.
“Se eu me esforçasse um pouco, acabava doente na cama por uma semana. Eu estava desesperada para viver a vida que imaginava, para não decepcionar as pessoas por estar ausente e, no fim, para me sentir viva”, diz.
Cinco anos após escrever a faixa, as coisas estão mais OK para Julie e ela está conseguindo retomar parte de seus projetos. Ainda convive com a dor, mas voltou a se movimentar, como o próprio clipe mostra.
“Ainda preciso planejar minha vida em torno dos meus níveis de energia, mas sou grata por esses momentos em que consigo fazer o trabalho que sinto que devo fazer”, afirma.
Foto: Josh Kirshner / Divulgação
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E “Foreign tongues”, disco novo dos Rolling Stones, já tem lista de faixas!

Pronto, Foreign tongues, disco novo dos Rolling Stones, já tem lista de músicas – e vai ser um álbum duplo, com três faixas nos lados A e B, e quatro nos lados C e D. Sim, o disco tem uma faixa chamada Mr. Charm (cujo lançamento como single chegou a ser comentado, mas não saiu ainda). E, sim: tem mesmo uma versão do hit de Amy Winehouse, You know I’m no good, como havia sido ventilado na ida do guitarrista Ronnie Wood ao Tonight show de Jimmy Fallon. O álbum, que é o 25º disco de estúdio da banda, sai dia 10 de julho.
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O álbum traz Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood ao lado de seus principais colaboradores, incluindo Darryl Jones (baixo), Matt Clifford (teclados) e Steve Jordan (bateria). Também inclui uma participação especial do batera Charlie Watts, feita durante uma de suas últimas sessões de gravação (ele morreu em 2021). E ainda há participaçõoes de Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith (The Cure) e Chad Smith (baterista do Red Hot Chili Peppers).
Um detalhe interessante: nas plataformas digitais, todas as músicas – exceção feita às já conhecidas In the stars e Rough and twisted – apareceram com seus nomes traduzidos para… diferentes linguagens (ora, ora, “foreign tongues”, enfim). You know I’m no good surge em polonês (Wiesz, ze jestem do niczego), Divine intervention surge em português (Intervenção divina), Never wanna lose you virou No quiero perderte nunca, em espanhol… Vai por aí.
Apesar do lançamento iminente, os fãs animados com um possível show da banda no Brasil podem tirar o cavalinho da chuva: Keith Richards confirmou que os Rolling Stones não farão turnê em 2026, num papo com a Associated Press. Ele ainda fez mistério sobre se o grupo volta à estrada em 2027. No máximo deu a entender que pode rolar.
“Podemos conversar sobre isso no ano que vem. No momento, estamos apenas dizendo que terminamos o disco… (e estamos) considerando o que fazer depois. Em breve, mas não este ano”, disse o músico num papo com a Associated Press, durante a apresentação de Foreign tongues à imprensa no dia 8 de maio.
Caso a banda faça uma turnê no próximo ano, pode ser, quem sabe, que eles sejam a atração principal do Glastonbury em 2027 – há rumores de que isso vá rolar. A última vez que eles foram a atração principal por lá foi em 2013 – por acaso, sua primeira apresentação no festival.
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Strokes lançam balada de 6 minutos cozida no autotune como novo single

Os Strokes, você deve imaginar, são uma das atrações mais esperadas do Primavera Sound São Paulo 2026 (há quem vá responder: na falta de coisa melhor…). E a banda acaba de lançar mais uma prévia de seu próximo disco, Reality awaits, previsto para 26 de junho pelos selos Cult Records e RCA Records. É Falling out of love, single que ainda por cima ganhou uma capa que remete bastante àquelas antigas coletâneas de rádios (tipo a série da Excelsior lançada pela Som Livre nos anos 1970). A capa é essa do vídeo abaixo.
A nova música é uma balada com cara de anos 1970, mais introspectiva e extensa (são 6:21 de duração). O som tem lá suas lembranças de Rolling Stones, e o vocalista Julian Casablancas chega a evocar o vocal irônico de Mick Jagger – mas quem já detestou o uso de autotune em Going shopping, o single anterior, vai ter mais motivos para detestar Falling out, que combina autotune e vocais em falsete no refrão da faixa (a música é bem melhor que Going shopping, aliás). Já a letra, enorme, fala sobre um relacionamento que vai se deteriorando aos poucos: “Não é um crime, não é uma mentira / me desapaixonando pela primeira vez / algumas coisas são imperfeitas ou por natureza / mas pela primeira vez estou bem”.
E, só pra reforçar, o Primavera Sound São Paulo acontece nos dias 5 e 6 de dezembro, no Autódromo de Interlagos.
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Foto: Reprodução Facebook







































