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Cultura Pop

Saiu tributo a Something/Anything?, de Todd Rundgren

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Saiu tributo a Something/Anything?, de Todd Rundgren

Someone/Anyone? A 50th anniversary tribute to Todd Rundgren’s Something/Anything? foi lançado no mês de aniversário (aliás de cinquentenário) de um dos mais significativos álbuns da música pop, Something/Anything?, de Todd Rundgren. É um dos nossos discos preferidos, tanto que fizemos um podcast do Pop Fantasma Documento falando da fase inicial de Todd – pegando a época do Nazz e indo até o finzinho dos anos 1970.

Quem criou o tributo a Something/Anything? foi um músico americano chamado Fernando Perdomo, que lida com rock progressivo e tem discos solo, além de álbuns com bandas como Dreaming In Stereo. Em 2021, ele já havia lançado um tributo a Ram, álbum de Paul e Linda McCartney – que chamou a atenção do próprio ex-beatle. No tributo ao disco de Rundgren, Perdomo toca sua própria versão da instrumental Breathless – por sinal, aberta por uma versão muito louca da falada Intro, feita pelo Astral Drive, só que se o original de Rundgren tratava da audição de um LP, a versão fala de “qualquer arquivo de áudio, incluindo este”.

O Astral Drive (que na verdade é um codinome de Phil Thornalley, ex-The Cure) também relê Marlene. O álbum tem ainda uma releitura bem conceitualmente correta: Todd fez I saw the light em homenagem a Carole King, e a própria filha de Carole, Louise Goffin, canta a faixa no disco. E tem versões que são quase tão fieis aos originais quanto as próprias releituras de clássicos do rock que Todd fez no disco Faithful, de 1976: uma delas é a de Phil Parlapiano para I went to the mirror.

O disco foi lançado no Bandcamp (embora possa ser escutado em todas as plataformas) e todos os lucros vão para a Spirit of Harmony, uma entidade sem fins lucrativos criada pelo próprio Todd para incentivar o ensino de músicas nas escolas.

Ah, tá aí Ram on, o tal tributo a Ram, de Paul e Linda.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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